Arquivos da categoria: Saúde

SUS reduz atendimentos no Instituto de Olhos de Buritama

Uma determinação do SUS (Sistema Único de Saúde) reduziu em cerca de 1,2 mil o total de atendimentos mensais do Instituto de Olhos de Buritama. De acordo com a direção da Santa Casa da cidade, responsável pela administração do instituto, em novembro foi emitida portaria definindo teto fixo para atendimentos de glaucoma.

Anteriormente a esse período, os atendimentos eram agendados pelos municípios por livre demanda e de acordo com a necessidade. Os recursos eram em torno de R$ 240 mil mensais para o serviço. A partir da nova portaria, o teto fixo passou para R$ 199 mil, distribuídos entre os municípios pertencentes ao DRS (Departamento Regional de Saúde) de Araçatuba.

O serviço de oftalmologia de Buritama é referência na região. São realizados procedimentos clínicos como consultas, exames e cirurgias, como de catarata e pterígio (crescimento que começa no tecido transparente do olho e pode se difundir para a córnea).

Procedimentos de glaucoma são distribuídos entre consultas e entrega de colírios das três linhas de tratamento. Atualmente são atendidos seis mil pacientes por mês no setor de oftalmologia.

 

Fonte: Folha da Região.

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Vacinação em Birigui termina hoje

Campanha de vacinação contra a gripe termina dia 30 em Birigui (Foto: Prefeitura de Uberlândia/Divulgação/Arquivo)

A Vigilância Epidemiológica de Birigui (SP) confirmou,  que 62,58% do público-alvo foi vacinado contra a gripe na cidade. A campanha de vacinação gratuita termina nesta quarta-feira (30/05/2018) .

Segundo a vigilância, foram aplicadas 15.529 doses, sendo 10.481 em idosos; 2.066 em crianças; 1.799 em profissionais da saúde; 688 em professores, 338 em gestantes e 157 doses em puérperas.

A vacina é destinada para os idosos acima de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, profissionais da saúde, gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz há até 45 dias), professores e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e pode ser tomada em qualquer Unidade Básica de Saúde das 7 às 18:00.

Fonte: G1.

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PS pediátrico começa a atender hoje em Birigui

A unidade terá pediatras 24 horas por dia, nos sete dias da semana.

O feriado nacional do Dia do Trabalho, na próxima terça-feira (1.º de maio), tem em Birigui a  inauguração do Pronto Socorro Municipal, o primeiro na cidade e região. A unidade terá pediatras 24 horas por dia, nos sete dias da semana.

Os médicos especialistas atuarão em plantões de 12 horas. Eles foram contratados pelo IDS (Instituto de Desenvolvimento Social), responsável pela gestão da unidade de urgência e emergência do município.  Na região, o município será pioneiro em contar com um equipamento de saúde voltado ao público infantil.

A população espera que tudo funcione e que as crianças sejam bem atendidas.

Fonte: Folha da Região.

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Justiça determina que médico acusado de faltar a plantão vá a júri popular


A Justiça de Mirandópolis decidiu que o médico João Carlos Trinconi vai a júri popular, acusado da morte de uma paciente em 2014. O motivo, segundo o Ministério Público, é porque Trinconi, que era plantonista e deveria estar no hospital, estava em Birigui fazendo uma cirurgia.

Avisado pelo telefone, o médico não retornou. Como não tinha médico, Cristina Pereira de Souza, vítima de acidente de moto, não resistiu. A mulher era irmã de uma das enfermeiras do hospital.

Conforme a denúncia, com base no relato de testemunhas, o médico estava no hospital, mas saiu. Quando a vítima de acidente chegou, foi atendida por dois médicos que estavam no hospital, mas Trinconi não se encontrava. A irmã da vítima teria ligado para ele, que chegou após às 2h30, quando encaminhou Cristina ao centro cirúrgico, onde não resistiu. A denúncia afirma ainda que o médico teria alterado folha de ponto do hospital, a fim de constar informação de que ele não estava ausente.

O médico foi ouvido pela Justiça e negou as práticas criminosas. Ele destacou que estava de plantão, atendendo normalmente, quando recebeu uma ligação do pronto-socorro de Birigui para realizar uma cirurgia de urgência de vítima de arma de fogo. Disse que avisou os funcionários do hospital de Mirandópolis que sairia.

Também relatou que, ainda em Birigui, foi acionado para outra cirurgia naquele hospital. Ao começar o novo procedimento, foi avisado do ocorrido em Mirandópolis e teria pedido para que os médicos que estavam no momento atendessem a vítima.

Fonte: Folha da Região.

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CRIANÇA DE 5 ANOS MORRE APÓS SER PICADA POR ESCORPIÃO

Uma criança de 5 anos morreu depois de ser picada por escorpião, em Araçatuba. A menina foi sepultada na manhã de ontem 08/04/2018 em um cemitério particular da cidade. Segundo o que foi apurado pela reportagem, a criança foi picada em um dos pés na casa da avó na sexta-feira (06/06/2018). A menina passou mal, foi levada ao pronto-socorro e depois para a Santa Casa, onde morreu no sábado (07/04/2018) à tarde.

Ela era aluna da Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Roseli de Oliveira, que fica no bairro Petit-Trianon. Uma nota comunicando o falecimento da aluna foi postada em um perfil de rede social da escola. A postagem gerou grande comoção entre pais de alunos.

Esperamos que a vigilância sanitária da região tenha mais atitude perante os escorpiões para que ninguém mais venha a falecer por conta disso.

 

Fonte: Folha da Região.

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Os perigos para a saúde que moram no seu banheiro

Alguns itens que parecem inofensivos no nosso banheiro podem trazer sérios riscos à saúde, segundo novos estudos. Desde as toalhas molhadas estendidas e compartilhadas, até o próprio sabonete ou os brinquedos de borracha para as crianças, todos podem acabar sendo transmissores de doenças para crianças e adultos.

“O banheiro é um lugar bastante complicado quando o assunto é higiene”, disse John Oxford, professor emérito de virologia da Universidade Queen Mary, em Londres.

A segurança é outra questão importante no que diz respeito aos banheiros. Veja a seguir preocupações e dicas de especialistas:

Em estudo reportado pela imprensa britânica, o Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática e a Universidade de Illinois analisaram 19 brinquedos de banheira e identificaram fungos em 58% deles.

O líder do estudo aconselhou a não esguichar água do pato no rosto de uma criança, pois isso poderia causar “infecções nos olhos, ouvidos ou mesmo problemas gastrintestinais”.

Como você dá banho em um recém-nascido? Os pais sabem que um bebê é delicado demais para sentar em uma banheira normal, então é comum usarem cadeirinhas especiais para mantê-los ali.

No entanto, essas cadeirinhas não oferecem 100% de proteção.

cadeirinha de banho para bebê

Um porta-voz da Sociedade Real pela Prevenção de Acidentes britânica disse à BBC que as “cadeirinhas de banho normalmente trazem uma falsa sensação de segurança, já que os bebês podem se afogar em apenas alguns centímetros de água. Isso pode acontecer em questão de segundos, e silenciosamente”.

“É importante manter o bebê ao alcance do braço o tempo todo para você conseguir segurá-lo se ele escorregar na água, uma vez que ele não conseguirá se endireitar sozinho.”

O propósito de um sabonete é justamente limpar suas mãos e seu corpo – então esse é o último lugar onde você imaginaria encontrar germes.

Mas “a bactéria pode ficar no sabonete e passar de pessoa para pessoa”, disse o professor John Oxford.

sabonete

“O banheiro é o lugar ideal para um vírus permanecer e se espalhar pelos moradores da casa.”

Oxford aconselha, nesses casos, a utilizar sabonete líquido em dispensador para reduzir os riscos.

O Instituto Nacional de Saúde britânico recomenda, também, que equipes de saúde pública usem sabão líquido e água morna para lavar as mãos.

A boa e velha toalha de secar a mão ou o corpo após o banho também pode abrigar germes. Por isso, especialistas orientam que elas não sejam emprestadas para ninguém.

toalhas

Mas e quanto à toalha de mão que fica no banheiro compartilhado por todo mundo, inclusive pelas visitas? “Eu evitaria até isso. Os germes podem ficar na toalha por horas. Na verdade, uma toalha é um ótimo lugar para eles ficarem, já que é uma atmosfera úmida e propícia”, afirmou.

A combinação de chão molhado e sabão cria o perigo de quedas graves no banheiro, que podem resultar em fraturas, cortes e hematomas – sendo os idosos os mais suscetíveis.

Uma estratégia para evitar isso pode ser forrar o chão com tapetes de borracha e antiderrapantes, além de instalar barras de apoio para as mãos em locais estratégicos.

Fonte: BBC.

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Região recebe mais de R$ 3 milhões para a saúde

A região de Araçatuba receberá mais de R$ 3 milhões do governo de São Paulo para investimentos na área da saúde ao longo do ano, ainda pouco perto dos milhões que pagamos em impostos. Serão 24 municípios na região de Araçatuba. Andradina e Penápolis receberão os maiores valores: R$ 395 mil e R$ 365 mil, respectivamente.

Os recursos serão repassados aos municípios para aquisição de ambulâncias, vans para transporte de pacientes, custeio, aquisição de equipamentos e de medicamentos.

A Prefeitura de Penápolis receberá, por exemplo, R$ 100 mil para custeio, R$ 100 mil para aquisição de ambulâncias, R$ 100 mil para reforma de unidades e mais R$ 65 mil para aquisição de veículos. Já Araçatuba terá R$ 50 mil para aquisição de equipamentos.

Para fins de custeio, serão investidos mais de R$ 950 mil na região – Gastão Vidigal recebe R$ 100 mil enquanto Castilho, Ilha Solteira, Lourdes e Pereira Barreto serão contemplados com R$ 50 mil cada um. Guzolândia terá R$ 150 mil; General Salgado, R$ 30 mil; Alto Alegre, R$ 175 mil; Buritama, R$ 80 mil; e Guararapes receberá R$ 150 mil para a Santa Casa de Misericórdia.

Para aquisição de ambulâncias, Pereira Barreto e Santo Antônio do Aracanguá receberão R$ 90 mil cada um; Andradina, R$ 100 mil; Braúna, R$ 91,8 mil; Luiziânia e Coroados, R$ 120 mil cada um.

Para aquisição de veículos para transporte de pacientes, os contemplados foram: Sud Mennucci (R$ 78,5 mil), Itapura (R$ 31 mil), Auriflama (R$ 100 mil) e Murutinga do Sul (R$ 50 mil). Andradina e Guararapes terão ainda R$ 120 mil e R$ 100 mil, respectivamente, para aquisição de equipamentos e mobiliários para suas santas casas.

Em Ilha Solteira, a Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus terá R$ 50 mil para aquisição de equipamentos; Andradina, R$ 175 mil para aquisição de máquinas e equipamentos médico-hospitalares; e Alto Alegre R$ 100 mil.

A Associação Hospitalar de Clementina terá investimento de R$ 150 mil e a Prefeitura de Sud Mennucci, R$ 100 mil para aquisição de veículo utilitário.

Apesar de parecer que foi benefício e investimento, é obrigação do estado manter a saúde da população, principalmente quando se paga os impostos da Suécia e se vive como se morasse no Quênia.

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Procura por vacina contra febre amarela diminui

Embora os casos de morte por febre amarela sigam subindo desde o começo de 2017 e tenham atingido o número de 93 vítimas no último dia 23 (contra 76 até o dia 16, segundo a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo), milhões de doses da vacina fracionada continuam dentro dos refrigeradores dos postos de saúde, à espera da população.

Na prática, a situação em São Paulo passou de uma corrida desenfreada aos locais de vacinação para o encalhe de doses.

O não comparecimento do público na frequência desejada pelas autoridades fez com que o fim da campanha de vacinação no Estado fosse postergada do dia 17 de fevereiro para o dia 2 de março. No entanto, a três dias do término do prazo estendido, 5,1 milhões de pessoas não foram vacinadas em 54 cidades abrangidas pela campanha. A proposta é imunizar 9,2 milhões nesses locais.

Se a doença em si assustou em um primeiro momento, a população parece agora mais preocupada com eventos adversos da vacina. Um dos sinais disso são postagens que pipocam nas redes sociais atribuindo ao produto complicações as mais variadas possíveis: “Tem gente que está perdendo filho na barriga por conta de ter tomado a vacina”, “Vacina causa outras doenças no futuro, como câncer”, “Vacina é armadilha”, “60 médicos americanos dizem ao mundo não tomem o veneno da vacina da morte da febre amarela”.

A vacina tem eficácia superior a 95%, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), e, mesmo fracionada, protegeria a pessoa por no mínimo oito anos. Em seguidas entrevistas, Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e colega de Regiane, faz questão de reiterar em frente das câmeras: “Não precisamos ter medo dessa vacina, ela é excelente”.

Desde janeiro de 2017, poucos são os casos de óbitos atribuídos oficialmente a uma reação à vacina da febre amarela – mais precisamente, apenas três pessoas entre quinze suspeitas, todas no Estado de São Paulo e todas com menos de 60 anos e sem registro de doenças anteriores.

São considerados efeitos adversos leves febre, dor no local da aplicação, vermelhidão, dor de cabeça, dor abdominal. Entre os graves, estão encefalite, meningite, doenças autoimunes com envolvimento do sistema nervoso central e periférico, como a Guillain-Barré, afora infecção semelhante à forma severa da doença, chamada de doença viscerotrópica aguda. Ela normalmente começa com ânsia, vômito e fadiga e pode evoluir para sintomas como dificuldade para respirar, taquicardia, hemorragia, insuficiências hepática e renal. Em alguns casos leva a óbito. A incidência dos efeitos adversos graves foi de 4,2 casos por 1 milhão de doses administradas. Regiane de Paula fala em um caso de morte a cada 500 mil. Ou seja, dois casos em 1 milhão.

Nas redes sociais, alguns internautas atribuem à vacina de febre amarela diversas complicações; registros oficiais indicam poucos casos de óbitos oficialmente ligados à imunização. Não se pode deixar a ignorância vencer o bom senso. A vacina é ainda a melhor forma de prevenção!

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Empresa norueguesa vaza dejetos no Pará

Áreas no Nordeste do Pará foram contaminadas pelo vazamento de rejeitos de bauxita da barragem da mineradora norueguesa Hydro Alunorte, segundo laudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Evandro Chagas, em Belém. O relatório aponta que houve contaminação ambiental em três comunidades do município de Bacarena, que fica a 15 quilômetros de Belém. Em nota, a empresa disse que irá analisar o laudo para se pronunciar.

Antes do laudo, a empresa negou por duas vezes a contaminação. “A Hydro Alunorte reitera que seus depósitos de resíduos são seguros e, mesmo com as intensas chuvas na região de Barcarena, não houve qualquer tipo de vazamento ou rompimento”, informou o texto divulgado pela empresa na quarta-feira.

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— Foi constatado que houve vazamento das bacias de rejeitos da bauxita. Fotografamos os efluentes invadindo a área ambiental — disse o pesquisador Marcelo de Oliveira Lima, do Instituto Evandro Chagas.

A suspeita de vazamento de rejeitos começou no último sábado. Moradores do local registraram imagens da alteração na cor da água do rio que passa pelo município. No domingo, uma inspeção da secretaria estadual de Meio Ambiente descartou o vazamento. No entanto, o Ministério Público estadual e o Ministério Público Federal iniciaram investigações e solicitaram que o Instituto Evandro Chagas analisasse amostras da água. Na segunda-feira, a Câmara dos Deputados criou uma comissão externa para acompanhar as investigações.

O laudo do instituto aponta que os índices de sódio, nitrato e alumínio estavam acima do permitido, além do PH estar no nível 10. As amostras analisadas também indicaram alto nível de chumbo. De acordo com Marcelo Lima, o estado da água é “nocivo aos seres vivos”.

A empresa fez uma ligação clandestina para eliminar esses efluentes contaminados que estavam acumulados dentro da fábrica para fora da área industrial, contaminando o meio ambiente e chegando às comunidades.

Segundo a perícia, a empresa não tem capacidade de tratar os seus efluentes, e o Instituto Evandro Chagas recomenda que, neste momento de chuvas fortes, seja reduzida ou suspensa a produção, porque as bacias não irão suportar o grande acúmulo de material.

Já foram instaurados dois inquéritos pelo Ministério Público do Pará para apurar as denúncias de vazamentos ocorridos em Barcarena. Um inquérito civil foi instaurado pela Promotoria de Justiça de Barcarena e está sendo elaborado a partir de informações colhidas por promotores de justiça. O segundo inquérito, instaurado pela promotora Eliane Moreira, da 1ª Região Agrária, apura os impactos socioambientais provocados pelo vazamento.

A população exige punição para os culpados e tratamento do meio ambiente.

 

Fonte: G1.

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Com infestação acima de 10%, Birigui inicia mutirões de limpeza

Agentes comunitários fazem limpeza de áreas com materiais que possam servir de criadouro do mosquito

O resultado do primeiro Liraa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti) de 2018, feito pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Birigui deixou a administração em alerta. O município obteve índice de 10,2%, enquanto o recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de até 1%.

Diante do resultado, a administração programou ações emergenciais de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela. A partir desta quinta-feira (15), diversas ações serão feitas pela Secretaria de Saúde para diminuir o índice de infestação. Os trabalhos foram definidos em reunião entre o CCVZ (Centro de Controle de Vetores e Zoonoses), Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica e ESF (Estratégia Saúde da Família).

Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, além de supervisores, realizarão mutirões nos bairros Residencial Braguim, Parque Residencial Pinheiros, Parque Pinheiros, Jandaia 1 e 2, Jardim Planalto, Residencial Mário Crem dos Santos e Jardim Ypê.

“O índice é preocupante, pois coloca a cidade em risco para surto de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito. Vamos realizar mutirões em todas as áreas com maior concentração de larvas e intensificar outras atividades que são realizadas diariamente. Pedimos à população, nossa principal aliada, que nos ajude nesta luta”, disse o educador de saúde, Marco Antônio Sanchez.

Nos bairros Cidade Jardim e Vila Bandeirantes, áreas com maiores focos de larvas, já houve eliminação de potenciais criadouros do mosquito das residências, estabelecimentos comerciais e terrenos baldios, bem como o trabalho de conscientização dos moradores.

Os mutirões contam com o apoio da secretaria de Serviços Públicos, Água e Esgoto, no recolhimento dos materiais inservíveis retirados dos imóveis. Além dos mutirões, foi intensificado também o monitoramento regular dos pontos estratégicos e imóveis especiais, como escolas, hospitais, ferros-velhos, borracharias, entre outros.

A equipe do IEC (Informação, Educação e Comunicação) mantém os trabalhos educativos nas unidades escolares, visando alertar as crianças sobre os perigos da dengue e demais doenças.

O Liraa se dá pela divisão do número de recipientes encontrados com larvas pela quantidade de imóveis visitados, multiplicado por 100. Conforme o Executivo, os agentes de combate a endemias percorreram 472 quadras, onde foram vistoriados 2.062 imóveis por toda a cidade. Durante o levantamento, foram encontrados 209 criadouros com larvas e, dentre os recipientes flagrados pelos profissionais de saúde nos imóveis estão ralos internos e externos, vasos de plantas, bebedouros de animais, latas, frascos e plásticos utilizáveis, baldes, pneus, lonas, piscinas, entre outros.

A região com maior infestação é a que compreende os bairros Cidade Jardim, Vila Bandeirantes, Bosque da Saúde, Vila Xavier, Jandaia 2 e o Pinheiros, com índice de 13,53%. Na sequência aparecem Distrito Industrial, Novo Parque São Vicente, Vila Isabel Marin, Jardim do Trevo e Vale do Sol, com resultado de 9,39%.

A região dos bairros Quemil, Silvares, Recanto Verde, Portal da Pérola, Santo Antônio e Aeroporto aparece na sequência com 9,32%. Já a área que concentra o Monte Líbano, João Crevelaro, Ivone Alves Palma, Copacabana, Alto do Silvares, Cohab 3, São Braz e Thereza Maria Barbieri, teve índice de 7,85%.

A administração informou que, dentre os fatores que contribuíram para o aumento do índice do Liraa está os “fatores climáticos e ambientais”. De janeiro até o último dia 5, foram registrados quatro casos positivos de dengue e 19 estão sob investigação. Estão sob análise dois casos de chikungunya e um de zika. Não há nenhuma notificação por febre amarela.

Em 2017, Birigui registrou 88 casos positivos de dengue e seis de chikungunya.

Fonte: Folha da Região.

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