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Com infestação acima de 10%, Birigui inicia mutirões de limpeza

Agentes comunitários fazem limpeza de áreas com materiais que possam servir de criadouro do mosquito

O resultado do primeiro Liraa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti) de 2018, feito pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Birigui deixou a administração em alerta. O município obteve índice de 10,2%, enquanto o recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de até 1%.

Diante do resultado, a administração programou ações emergenciais de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela. A partir desta quinta-feira (15), diversas ações serão feitas pela Secretaria de Saúde para diminuir o índice de infestação. Os trabalhos foram definidos em reunião entre o CCVZ (Centro de Controle de Vetores e Zoonoses), Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica e ESF (Estratégia Saúde da Família).

Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, além de supervisores, realizarão mutirões nos bairros Residencial Braguim, Parque Residencial Pinheiros, Parque Pinheiros, Jandaia 1 e 2, Jardim Planalto, Residencial Mário Crem dos Santos e Jardim Ypê.

“O índice é preocupante, pois coloca a cidade em risco para surto de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito. Vamos realizar mutirões em todas as áreas com maior concentração de larvas e intensificar outras atividades que são realizadas diariamente. Pedimos à população, nossa principal aliada, que nos ajude nesta luta”, disse o educador de saúde, Marco Antônio Sanchez.

Nos bairros Cidade Jardim e Vila Bandeirantes, áreas com maiores focos de larvas, já houve eliminação de potenciais criadouros do mosquito das residências, estabelecimentos comerciais e terrenos baldios, bem como o trabalho de conscientização dos moradores.

Os mutirões contam com o apoio da secretaria de Serviços Públicos, Água e Esgoto, no recolhimento dos materiais inservíveis retirados dos imóveis. Além dos mutirões, foi intensificado também o monitoramento regular dos pontos estratégicos e imóveis especiais, como escolas, hospitais, ferros-velhos, borracharias, entre outros.

A equipe do IEC (Informação, Educação e Comunicação) mantém os trabalhos educativos nas unidades escolares, visando alertar as crianças sobre os perigos da dengue e demais doenças.

O Liraa se dá pela divisão do número de recipientes encontrados com larvas pela quantidade de imóveis visitados, multiplicado por 100. Conforme o Executivo, os agentes de combate a endemias percorreram 472 quadras, onde foram vistoriados 2.062 imóveis por toda a cidade. Durante o levantamento, foram encontrados 209 criadouros com larvas e, dentre os recipientes flagrados pelos profissionais de saúde nos imóveis estão ralos internos e externos, vasos de plantas, bebedouros de animais, latas, frascos e plásticos utilizáveis, baldes, pneus, lonas, piscinas, entre outros.

A região com maior infestação é a que compreende os bairros Cidade Jardim, Vila Bandeirantes, Bosque da Saúde, Vila Xavier, Jandaia 2 e o Pinheiros, com índice de 13,53%. Na sequência aparecem Distrito Industrial, Novo Parque São Vicente, Vila Isabel Marin, Jardim do Trevo e Vale do Sol, com resultado de 9,39%.

A região dos bairros Quemil, Silvares, Recanto Verde, Portal da Pérola, Santo Antônio e Aeroporto aparece na sequência com 9,32%. Já a área que concentra o Monte Líbano, João Crevelaro, Ivone Alves Palma, Copacabana, Alto do Silvares, Cohab 3, São Braz e Thereza Maria Barbieri, teve índice de 7,85%.

A administração informou que, dentre os fatores que contribuíram para o aumento do índice do Liraa está os “fatores climáticos e ambientais”. De janeiro até o último dia 5, foram registrados quatro casos positivos de dengue e 19 estão sob investigação. Estão sob análise dois casos de chikungunya e um de zika. Não há nenhuma notificação por febre amarela.

Em 2017, Birigui registrou 88 casos positivos de dengue e seis de chikungunya.

Fonte: Folha da Região.

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Se matarem macacos, mosquitos vão atrás de sangue humano

Fotos de corpos de macacos têm se espalhado pela internet desde o aumento, nos últimos meses, dos casos de febre amarela em regiões dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. E muitos desses animais não morreram por causa do vírus: foram executados com pedras, pauladas ou envenenamento. Além de cruel, a medida tem efeito contrário ao imaginado por muitas pessoas: prejudica o combate à doença.

Os macacos são o alvo preferido dos mosquitos silvestres que transmitem a febre amarela, que costumam voar na altura da copa das árvores.

Muitos primatas acabam desenvolvendo a doença e morrem. Ao verificar um volume expressivo de corpos deles em determinada região, autoridades sanitárias e pesquisadores conseguem identificar a presença da febre amarela, traçar o possível trajeto do vírus – conforme os corredores da floresta existente – e planejar ações de imunização das pessoas.

A doença tem tido um impacto tão expressivo na população de macacos da Mata Atlântica que existe o temor, por exemplo, de que todos os bugios desapareçam das florestas do Rio de Janeiro.

Para piorar, os poucos macacos que sobreviveram à febre amarela ou escaparam do vírus estão sendo vítimas da desinformação. Muitas pessoas matam esses animais por acharem que eles são responsáveis pela propagação da doença.

Só este ano, dos 144 macacos mortos recolhidos pela Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses do Rio de Janeiro para testes de febre amarela, 69% foram executados – apresentavam várias fraturas ou veneno no organismo.

Em todo o ano passado, dos 602 animais mortos, 42% foram assassinados, segundo dados do órgão.

Nem o mico-leão-dourado escapou. Corpos de animais dessa espécie, ameaçada de extinção, também foram localizados com sinais de execução.

Mas o que os “caçadores” de macacos não sabem é que, ao contrário de evitar a propagação da febre amarela, matar os bichos expõe os seres humanos a riscos maiores de contrair esse mal grave, que pode matar.

A febre amarela é uma doença infecciosa que é transmitida, no Brasil, principalmente por mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que moram na copa das árvores e têm predileção pelo sangue de primatas.

Depois disso, o organismo passa a produzir anticorpos e a concentração do vírus diminui. Em cerca de dez dias, macacos e seres humanos terão morrido ou se curado da doença, ficando imunes a ela.

Já o mosquito permanece com o vírus da febre amarela para sempre. Eles podem até passar o vírus para os ovos e, consequentemente, para os filhotes que nascerem.

Se muitos macacos começarem a morrer, a tendência é aumentar a chance de contaminação de humanos. Sem ter primatas para picar na copa das árvores, os mosquitos buscarão alimento em outras localidades – e o homem vira a próxima opção como fonte de sangue.

Isso porque o homem é um animal que se assemelha ao macaco. Por isso, naturalmente, se torna alternativa para o mosquito da febre amarela, que buscará instintivamente um bicho geneticamente próximo. O que não significa que outros bichos não possam ser, eventualmente, picados pelos mosquitos silvestres da febre amarela. Há evidências de marsupiais que já foram picados, mas eles não são “receptivos” ao vírus e, portanto, não ficam doentes, nem se tornam hospedeiros.

Nesses casos, o vírus da febre amarela não interage com o material genético da célula hospedeira de outras espécies – todo vírus tem uma “chave”, ou molécula sinalizadora, que só é reconhecida pela “fechadura” (membrana plasmática) de algumas espécies. A “fechadura” varia conforme a espécie.

Suponha que desaparecessem todos os macacos da serra da Cantareira. O mosquito picaria pessoas. Se você diminui a população de macacos, mais gente será picada.

Além de servirem de isca para mosquitos, evitando com isso que mais humanos sejam picados, os macacos alertam para o “trajeto” do vírus pelo país.

Matar macacos significa levar também a morte para a sua família.

Fonte: BBC.

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Falta dentista no bairro Colinas

Em Birigui, moradores do Bairro Colinas sofrem com a falta de dentista no Posto de Saúde, e com isso são obrigados a se deslocar para locais distantes na cidade em busca de atendimento.

A população clama por atendimento no bairro que é praticamente uma cidade.

 

 

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Saiba mais sobre o botox

A toxina botuliníca ou botox, como é mais conhecida é utilizada como tratamento estético, você conhece os efeitos ou como cuidar da pele após a utilização?

O efeito do botox começa a partir de 48hrs, na maioria das pessoas. Com 7 dias já se tem quase todo o efeito. O efeito pleno acontece por volta do 15º dia, quando o dermatologista normalmente pede para reavaliar e começa a diminuir, em média, com 3 a 4 meses, quando começa a passar. Com aproximadamente 6 meses ele acaba.

A aplicação não dói e podem surgir pequenos hematomas nos primeiros dias.  O sol deve ser evitado nos primeiros dias.

A aplicação de botox não deixa a pele flácida e não aumenta a flacidez. Se você interromper as aplicações de botox por um período muito superior a 6 meses, sua pele irá voltar ao que era antes de começar a aplicar, muitas vezes até um pouco melhor.

Não existe limitação de idade para receber a aplicação de botox, o bom senso é que determinará a conduta.
Não existe uma época certa para começar a fazer, você pode iniciar mais cedo caso note que já estão aparecendo algumas rugas de expressão, ou em casos onde as rugas de expressão são muito marcam muito a pele.

 

Após aplicar o Botox, evite deitar por 4 horas, para permitir adequada distribuição do produto na pele.  Ao aplicar a Toxina Botulínica, evite realizar massagens e limpezas de pele exageradas por 24 horas.  Evite cosméticos e produtos para a pele por 24 horas após a aplicação do botox (maquiagem leve é permitida após 6 horas) e evite exercícios físicos no dia da aplicação de botox.

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Vigilância interdita fábrica de shoyo em Araçatuba; proprietários são presos

Investigadores encontraram diversos tonéis, matéria-prima e grande quantidade do produto,

 

Uma equipe do GOE (Grupo de Operações Especiais), da Polícia Civil de Araçatuba, descobriu, na tarde desta sexta-feira (26/01/2018), um barracão no bairro São João em condições precárias e que funcionaria como fábrica de shoyo (molho de soja), produto distribuído e comercializado por supermercados da cidade e região.

Os dois sócios-proprietários foram presos em flagrante por infração do artigo 272 do Código Penal (adulterar produtos alimentícios, tornando-os nocivos à saúde).

Membros da Vigilância Sanitária estiveram no local e interditaram o prédio por tempo indeterminado. O proprietário da empresa afirma que o espaço funciona apenas como depósito do produto.
Segundo apurado pela reportagem, a fábrica de shoyo foi descoberta por acaso, durante abordagem do GOE a uma pessoa suspeita, que foi vista pelos policiais abrindo o portão do barracão. Ao ser questionado, esse rapaz disse que trabalhava no prédio, onde funcionava a fábrica.

Ao entrarem no imóvel, os investigadores encontraram diversos tonéis, alguns de plástico, matéria-prima e grande quantidade do produto, parte dele já pronto para ser comercializado. Também havia uma mesa com um galão de água de 20 litros contendo shoyo.

Aparentemente esse galão era utilizado para abastecer os frascos que são distribuídos para os estabelecimentos comerciais. Havia ainda uma grande quantidade de shoyo dentro de um tambor, que estava destampado, e embalagens vazias e etiquetas para identificar o produto.

Após identificar a suposta fábrica do produto, os policiais comunicaram a Vigilância Sanitária, que visitou o prédio. Em seguida, os técnicos foram até uma loja que fica na mesma rua, onde o empresário comercializa temperos de fabricação própria e de outras marcas.

Ele, que estava no barracão e acompanhou o trabalho de perícia feita por integrantes do IC (Instituto de Criminalística), disse que a pessoa abordada pelos policiais quando abria o portão do imóvel foi contratada para demolir o prédio, que está sendo desativado. Segundo o empresário, esse depósito está sendo transferido para outro barracão. “Não fabricamos nada aqui, o prédio está sendo demolido”, argumentou.

A Prefeitura de Araçatuba emitiu nota no final da tarde, informando que a Vigilância Sanitária interditou, por tempo indeterminado, o barracão em que foi encontrada uma suposta “fábrica de shoyo”.

Segundo a administração municipal, o material encontrado no local foi apreendido e será inutilizado nos próximos dias. “Também serão recolhidos os produtos se forem encontrados em locais de venda”, informa a nota.

A Vigilância Sanitária lavrou um auto de infração em desfavor do proprietário da empresa, que terá dez dias para apresentar defesa. Após esse prazo, a Prefeitura definirá se caberá possível multa.
Com relação ao prédio utilizado para comercializar os produtos, a Prefeitura informa que a empresa também terá que regulamentar a documentação necessária para obter a licença para armazenagem dos demais produtos encontrados no local.

Segundo a polícia, no comércio apenas a linha de produção foi interditada e os produtos que são de outros fabricantes podem ser vendidos normalmente no espaço.

O shoyo da marca dessa empresa seria comercializado em seis supermercados de Araçatuba, um em Andradina, um em Lins e um em Penápolis. Os temperos também seriam vendidos para quatro restaurantes de Araçatuba.

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Máfia das ambulâncias em Araçatuba

Enquanto a população sofre nas filas de hospitais, em Araçatuba um funcionário sem nenhuma humanidade fazia dinheiro com fraudes em viagens de ambulância. 37 viagens teriam sido feitas de maneira fraudulenta em menos de dois meses.

Foi descoberto ainda roubo de motores, açúcar no motor, motoristas que receberam para fazer falsas viagens, retirada de rastreador e um prejuízo de mais de R$ 20.000,00 em menos de dois meses (entre outubro e novembro de 2016).

Até o momento ninguém ainda foi punido.

 

 

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Hospital de Araçatuba monta oficina para fabricar próteses ortopédicas gratuitas

Os pacientes que precisam de próteses ortopédicas podem ter o equipamento mais rapidamente após a criação de uma oficina que vai fabricar os itens gratuitamente, no Hospital Neurológico Ritinha Prates, em Araçatuba (SP).

Foram investidos R$ 40 mil para a adequação do espaço e compra de materiais para fabricar as próteses, que substituem membros amputados, e as órteses, que são suportes que apoiam uma parte do corpo prejudicada.


Com a oficina, a meta inicial é disponibilizar duas próteses e até 12 órteses por mês para cerca de 100 pacientes atendidos em Araçatuba que esperam pelo equipamento.

“A oficina vai mudar a rotina dos pacientes. Desde 2014 estamos tentando tornar a oficina ortopédica uma realidade e agora ela está saindo do papel”, afirma o fisioterapeuta Adriano Mantovan.
Agora, o desejo para o futuro é construir uma fábrica de equipamentos para ortopedia. O terreno para a obra já existe, mas faltam recursos para o planejamento prosseguir.

“Nós fizemos todos os encaminhamento necessários e estamos aguardando o credenciamento e a liberação dos recursos. Está tudo encaminhado e estamos torcendo porque quem tem a ganhar realmente com isso é a população”, conclui a presidente do hospital, Maria Aparecida Xavier.

Fonte: G1.

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Por que achamos que o mundo está pior do que realmente é

No Brasil, a taxa de homicídios hoje é bem mais alta do que no ano 2000, quase metade das meninas e mulheres de 15 a 19 anos engravidaram e quase metade dos adultos sofrem de diabetes.

Essas afirmações acima não correspondem à realidade do país, mas refletem o que pensa a maioria dos brasileiros, segundo a uma pesquisa recém-divulgada pela Ipsos-Mori chamada Perigos da Percepção.

A partir de quase 30 mil entrevistas conduzidas entre setembro e outubro passado em 38 países, a enquete testou a percepção das pessoas sobre 14 temas que causam precupação ou são de grande importância na mídia. Em resumo, a ideia era saber se o que as pessoas achavam sobre esses assuntos estava perto da realidade – “realidade” essa baseada em informações retiradas “de uma variedade de fontes verificadas”, segundo a Ipsos-Mori.

A conclusão da pesquisa é de que pessoas no mundo inteiro estão bem equivocadas sobre questões-chave e características da população de seus próprios países.

E no ranking dos países cujas populações mais “erraram” – onde a média percentual obtida pelas respostas esteve mais distante do número “real” – o Brasil aparece em segundo lugar, atrás apenas da África do Sul.

Os pesquisadores afirmam que somos geneticamente programados para acreditar mais nas más do que nas boas notícias.

O estudo mostra, por exemplo, que a taxa de homicídios caiu na maioria dos países analisados, nos últimos 15 anos, mas que a maior parte das pessoas acredita que o quadro piorou.

No Brasil, 76% têm essa percepção, embora o índice tenha permanecido estável em relação ao ano 2000, usado como base de comparação.

A porcentagem de mulheres entre 15 e 19 anos que têm filhos também é superestimada. No Brasil, a média estimada pelos entrevistados foi de 47% – quase a metade das mulheres adolescentes do país. Mas o dado registrado no Brasil corresponde a apenas 6,7%.

O índice de mortes por ataques terroristas ao redor do mundo, que nos últimos anos diminuiu em relação aos 15 anos anteriores, também é percebido de forma equivocada. Apenas um quinto das pessoas entre todas as entrevistadas nos 38 países acredita que houve queda.

Nossos cérebros, segundo os pesquisadores, processam informações negativas de um jeito diferente e as armazenam de forma a estarem mais acessíveis que as positivas.

Um neurocientista comprovou isso mostrando a pessoas imagens de coisas conhecidas, como pizzas e Ferraris, para estimular sensações positivas, e outras, como um rosto mutilado e um gato morto, por exemplo, para despertar outro tipo de reação.

A partir desse experimento, ele mediu a atividade elétrica no cérebro e constatou que respondemos mais fortemente a imagens negativas.

Pessoas reagem menos a uma pizza do que a uma imagem negativa. 

A mídia, geralmente, leva a culpa por mergulhar as pessoas em um mar de desânimo e pessimismo.

Eles questionam: se somos alimentados com uma dieta tão implacavelmente negativa, é de admirar que acabemos pensando que o mundo é um lugar terrível?

Na prática, essa hipersensibilidade que temos a informações negativas – ou a más notícias – aparentemente desempenha uma função importante na evolução.

Um cérebro mais sensível a más notícias reage mais intensamente a informações sobre possíveis perigos – o que acaba pesando no instinto de sobrevivência.

 

Fonte: BBC

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Os 30 exercícios que mais queimam calorias

Há inúmeras boas razões para sair do sedentarismo e se exercitar. Para os que têm como objetivo a perda de peso, pesquisadores criaram um ranking com atividades que mais queimam calorias. Os gastos calóricos variam de acordo com o nível de intensidade da atividade e com o peso de cada indivíduo. Quanto maior seu peso, mais calorias tende a perder.

Confira a lista a seguir e quantas calorias, em média, cada atividade queima em uma hora:

1 – Corrida intensa (a uma velocidade 12 km/h )- 861 – 1.074 cal

2 – Pular corda – 861-1.074 cal

3 – Jogar futebol – 752-937 cal

4 – Fazer tae kwon do – 752-937 cal

5 – Nadar com movimentos rápidos – 715-892 cal

6 – Subir escadas correndo – 657-819 cal

7 – Corrida leve (a uma velocidade de 8 km/h) – 606-755 cal

8 – Jogar tênis – 606-755 cal

9 – Fazer escalada – 606-755 cal

10 – Jogar futebol americano – 584-728 cal

11 – Jogar basquete- 584-728 cal

12 – Patinar – 548-683 cal

13 – Fazer exercício aeróbico de alto impacto – 533-664

14 – Praticar esqui aquático – 438-546 cal

15 – Patinação no gelo 511-637 cal

16 – Fazer caminhadas em terrenos irregulares – 438-546 cal

17 – Nadar com movimentos leves – 423-528 cal

18 – Fazer hidroginástica – 402-501 cal

19 – Praticar canoagem – 256-319 cal

20 – Praticar halterofilismo – 365-455 cal

21 – Corrida leve (trotando na esteira) – 365-455 cal

22 – Fazer exercício aeróbico de baixo impacto – 365-455 cal

23 – Jogar golfe – 314-391 cal

24 – Praticar power yoga – 292-364 cal

25 – Jogar vôlei- 292-364 cal

26 – Pedalar a menos de 16 km/h – 292-364 cal

27 – Praticar Tai chi chuan – 219-273 cal

28 – Jogar Boliche – 219-273 cal

29 – Dança de salão – 219-273 cal

30 – Fazer uma caminhada lenta – 204-255 cal

Escolha o exercício que mais combina com você e força!

Fonte: Catraca Livre.

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Santa Casa de Birigui vai gerenciar PS de Penápolis

A Prefeitura de Penápolis homologou a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Birigui para gerenciar, operacionalizar e executar as ações e os serviços de saúde, em regime de 24 horas por dia, o pronto-socorro. Esta é a primeira OS (Organização Social) a atuar em Penápolis, após aprovação da lei em agosto deste ano, que permite a terceirização de alguns serviços pela Prefeitura.

Conforme a homologação, assinada pelo prefeito Célio de Oliveira (PSDB), o valor mensal a ser gasto com a OS será de R$ 848.053,51 pelo período de 12 meses, totalizando R$ 10.176.642,12 no ano. O contrato poderá ser prorrogado pelo mesmo período a critério da administração. A previsão é de que sejam feitos 6,4 mil atendimentos por mês.

A Prefeitura informou, em nota, que não existe uma data exata para que a OS comece a prestar os serviços, mas a previsão é que o gerenciamento do PS ocorra em, no máximo, 20 dias. Ainda segundo o Executivo, atualmente são repassados R$ 1,1 milhão mensais ao PS.
A administração explicou que o pronto-socorro conta com 97 servidores. “Cerca de 35 serão remanejados para a atenção básica de saúde e demais setores da administração. Os salários dos que permanecerão na unidade serão pagos pela Prefeitura normalmente”, ressaltou. Com isso, a Santa Casa de Birigui deverá fazer uma seleção para contratar cerca de 80 novos funcionários. “Estes serão remunerados pela organização social”, disse.

Em relação à economia com a terceirização dos serviços, a Prefeitura explica que o ganho será na qualidade do atendimento à população.
Como parte de controle de qualidade dos futuros serviços prestados pela OS, o Executivo disse que haverá avaliação mensal de relatórios de produtividade, pesquisas de satisfação da população e ouvidoria. “A Secretaria Municipal de Saúde fiscalizará os trabalhos. O não cumprimento das metas estabelecidas em contrato pode ser punido com o desconto de até 10% do repasse de cada mês, podendo haver ainda rompimento unilateral”, informou.

A homologação baseou-se no parecer da comissão especial de seleção, que avaliou o projeto apresentado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Birigui. De acordo com o documento, foi verificado que a entidade possui todas as certidões e demais comprovações da regularidade jurídica e fiscal. A OS teria também a situação contábil e patrimonial suficiente, o que presumiria liquidez. Além disso, o plano de trabalho apresentado pela Santa Casa de Birigui estaria de acordo com as especificações e condições estabelecidas no edital.

Em maio de 2016, a Prefeitura de Birigui abandonou o papel de interventora na Santa Casa, condição que permaneceu por 23 anos e que lhe dava direito a obter recursos estaduais e federais para investir no hospital. Na época, o Executivo explicou que, com o fim da intervenção, o objetivo era que a administração parasse, gradativamente, de enviar recursos ao hospital, deixando essa tarefa diretamente a cargo do Estado e da União.

A administração informou que o gasto mensal girava em torno de R$ 2,5 milhões e que o hospital recebia do município R$ 1,450 milhão – entre verba destinada (R$ 1,150 milhão) e R$ 300 mil de repasse de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o que representava 58% do total. Pelo SUS (Sistema Único de Saúde), era R$ 411 mil, representando 16,44%.

O restante, R$ 639 mil, era resultado de convênios e atendimentos particulares, o que cobriam 25,56% dos gastos. Na época, a Prefeitura disse ainda que a dívida da Santa Casa de Birigui era de aproximadamente R$ 60 milhões e que, desde 2013, havia sido iniciado um plano de gestão para que a quantia fosse quitada, incluindo o parcelamento da dívida.

A reportagem entrou em contato com o hospital para saber se já foram notificados da homologação, a previsão de quando se iniciará o gerenciamento do pronto-socorro de Penápolis, o valor atualizado da dívida que a Santa Casa possui e quais subvenções recebe, entretanto, não obteve respostas.

Penápolis não é a primeira cidade da região a ‘terceirizar’ alguns setores públicos para as OSs (Organizações Sociais). Araçatuba e Birigui já realizam este procedimento. No caso da cidade-sede da região, são quatro OSs que administram na área da Saúde.

A ASF (Associação Saúde da Família), atua nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e no Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família) por R$ 848.964 mensais, enquanto a Irmandade da Santa Casa de Andradina é responsável pelos serviços do pronto-socorro do bairro Santana e do pronto-atendimento do bairro São João, com um contrato mensal de R$ 1.671.223,52.

A Associação das Senhoras Cristãs Benedita Fernandes atua nos CAPSs (Centros de Atendimento Psicossocial) e nos serviços residenciais terapêuticos, recebendo um repasse mensal de R$ 255.344,60, e o IAS (Instituto de Apoio Social) gerencia a Secretaria de Assistência Social. Conforme o Executivo, o valor do contrato é de R$ 8.881.414,49.

Já Birigui, conforme a Prefeitura, conta com duas organizações sociais, sendo o IDS (Instituto de Desenvolvimento Social) gerenciando o pronto-socorro por R$ 1,5 milhão mensais e a Santa Casa local administrando os programas Saúde da Mulher e ESF (Estratégia Saúde da Família) por R$ 750 mil/mês.

Fonte: Folha da Região.

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