Arquivos da categoria: Saúde

Maus tratos contra idosos continuam acontecendo

 

Recebemos denúncia que um filho de cerca de 50 anos estaria maltratando a mãe idosa de cerca de 70 anos, em Birigui, e não podemos deixar de falar sobre os maus tratos contra idosos no Brasil, onde:

-77% das denúncias são por negligência.- 51% por violência psicológica.
– 38% por abuso financeiro e econômico ou violência patrimonial.
– 26% por violência física e maus tratos.

Esses dados são do Disque 100, que é um canal de denúncia. E às vezes, em uma única ligação, são denunciados mais de um tipo de violência.

Um fato que piora bastante o quadro é que tem muito idoso dependente dos filhos para sobreviver. E acaba abandonado, em situações precárias.  O processo de envelhecimento atinge a todos, e se o filho não tem condições de cuidar daqueles que o criaram é melhor ou pagar um cuidador ou enviar para uma casa de cuidados, mas nunca maltratá-lo seja fisicamente ou psicologicamente.

Disque 100 para denunciar maus tratos contra idosos.

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Cheiro forte de esgoto toma conta de Birigui há semanas

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Há mais de duas semanas um cheiro fortíssimo de esgoto tem tomado de Birigui em bairros como Toselar, Fátima e Jardim Stábile, nas regiões da Rua Tupi e Avenida Euclides Miragaia.

A população sente o odor fortíssimo que prejudica as pessoas e causa mal estar. Será que está tendo algum tipo de esgoto clandestino na cidade? A população pede providências.

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Clima seco e aumento de doenças

A combinação de baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas e fumaça proveniente de queimadas que tem afetado a região Noroeste paulista, deixa o corpo mais suscetível a doenças, principalmente, as que afetam o aparelho respiratório. Asma, bronquite, gripes e resfriados são frequentes nessa época do ano. Entretanto, medidas simples podem atenuar os efeitos adversos do clima árido no organismo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade do ar abaixo dos 30% traz riscos para saúde. O ideal é que ela fique entre 50% e 80%. Outro fator que contribui para os efeitos negativos do clima é a poluição, que aumenta no período seco. A falta de chuvas propicia a concentração de gases nocivos na atmosfera como o monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre e outras substâncias prejudiciais à saúde.

No período da seca o ar “procura” água em todos os ambientes, inclusive, no corpo humano. Algumas áreas do corpo como, por exemplo, a pele, são danificadas pelo ar seco, o que torna indispensável o uso de cremes hidratantes. No caso da seca, o organismo humano está inserido em um meio ambiente que por si só é agressivo. A pele, os olhos e o aparelho respiratório ficam ressecados. Daí a necessidade de hidratação constante.

O nariz é o órgão mais afetado pelo ar seco, por ter o primeiro contato com o ambiente. A função do nariz é filtrar as impurezas do ar que vai para os pulmões, mas, pelo fato de estar danificado pelo clima seco, a filtragem acaba não ocorrendo.

Além dos problemas respiratórios, o coração também sofre porque há uma elevação da pressão arterial. Com isso, há uma possibilidade maior de ocorrência de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Alguns cuidados simples devem ser tomados para evitar complicações. Medidas como beber dois litros de água por dia, evitar atividades físicas das 9h às 17h e lavar o nariz com soro fisiológico são eficazes. Deixar um umidificador de ar ligado no ambiente ou uma bacia cheia de água ajuda o ar a ficar mais úmido, o que facilita a respiração. Crianças e adultos com mais de 50 anos precisam ter ainda mais precaução. Nessas fases da vida, ou estão com a imunidade ainda não tão amadurecida ou em uma fase em que não são tão eficazes.

 

 

Para saber mais consulte seu médico. Climesp: (18) 3642-4088, na Rua Ribeiro de Barros, 126, em Birigui-SP.

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Homem é multado enquanto buscava cadeira de rodas para a esposa


Em Araçatuba, a indústria da multa continua a torto e a direito sem sequer olhar a situação das pessoas: um motorista pegou o carro do vizinho emprestado e levou sua esposa ao Pronto Socorro de Araçatuba.
Em frente a Santa Casa não viu nenhum guarda quando chegou, e, ao retornar recebeu uma multa. Não bastasse, ao explicar sua situação – de que havia parado rapidamente para buscar uma cadeira de rodas para a esposa, que seria atendida no atendimento, Armando Alves, morador do bairro Colinas em Birigui, foi hostilizado pelo guarda local.

O morador de Birigui foi multado enquanto buscava uma cadeira de rodas para a esposa. A indústria da multa em Araçatuba chegou ao ponto de ser desumana.

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População não aguenta mais queimadas


Crianças, idosos e pessoas doentes são os que mais sofrem com as queimadas que tem acontecido por toda a Birigui. Poxa gente, não chove há dois meses, o clima está seco e propício para doenças pulmonares, quer arrumar seu terreno? Pois bem, pague alguém para carpir e não ponha fogo, porque está pondo em risco o meio ambiente e a saúde da população. Inalar fumaça de queimada é pior que fumar cigarro, e mais mata passarinhos, animais silvestres, plantas, suja a casa de todo mundo e desperdiça água, lembrando que não está chovendo, e corremos o risco de ficar sem água, que além de tudo está sendo utilizada para apagar o fogo.
É preciso punição mais severa para donos de terrenos que põe fogo em suas propriedades.

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Pacientes sofrem esperando atendimento no AME em Araçatuba


Recebemos uma triste denúncia sobre o AME, Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Araçatuba (SP).
O Ambulatório Médico de Especialidades atende por ano, mais de 250 mil pessoas. Pacientes de Araçatuba e outras 24 cidades da região noroeste paulista, que passam por consultas e exames para o diagnóstico de doenças.
O prédio foi inaugurado em 2010 e pertence à rede estadual de saúde, administrado pela Santa Casa de Araçatuba por meio de uma parceria adotado pelo governo do Estado chamada de OSS, Organização Social de Saúde.
Um paciente com câncer está na fila e não encontra atendimento para tratamento de sua hérnia:


Sem data para cirurgia e com muita dor o paciente está buscando ajuda de outros meios, mas ainda não conseguiu a cirurgia.
Nosso dinheiro aplicado em impostos seria no minimo para manter a saúde e não para fazer o povo sofrer ainda mais com a burocracia e dificuldades. Quantos irão morrer esperando atendimento?

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Bruxismo, você tem?

É difícil saber o que acontece com nosso corpo enquanto estamos dormindo. Por isso, muitas pessoas não sabem que sofrem de bruxismo noturno.

Trata-se de um hábito involuntário que faz com que os pacientes pressionem fortemente a mandíbula – alguns também rangem os dentes sem nenhum objetivo funcional.

O bruxismo  é mais comum do que se imagina e afeta tanto crianças quanto adultos. Na população mundial, cerca de 30% das pessoas têm essa condição, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dados oficiais apontam que o problema atinge 40% da população.

As causas mais comuns são estresse, ansiedade e tensão. Ainda que o bruxismo não seja um transtorno perigoso, pode causar lesões dentárias permanentes se não for tratado, já que ranger os dentes é cerca de 40 vezes mais potente do que mastigar.

A maioria das pessoas que contrai a mandíbula e que range os dentes não sabe que tem esse hábito involuntário. Com frequência, a pressão sobre a mandíbula e os dentes acontece quando as pessoas estão dormindo, concentradas em fazer algo ou estressadas.

dentes com bruxismo

O curioso é que o bruxismo nem sempre gera sintomas, ainda que alguma pessoas sintam dores faciais, dores de ouvido ou de cabeça quando acordam.

Outras pessoas percebem, com o tempo, a erosão dos dentes – mas, em geral, costumam descobrir isso apenas quando visitam o dentista. Na maioria dos casos, os pacientes com bruxismo acabam tendo regiões planas e cantos desgastados em seus dentes.

O bruxismo também pode ser causado por transtornos do sono, como apneia e roncos, e contribuir para a interrupção do sono.

Ainda que a causa específica do bruxismo não esteja clara, especialistas normalmente vinculam o problema a estresse, ansiedade e problemas do sono – fatores que, no mínimo, agravam o problema.

Os tratamentos servem para reduzir a dor (se ela existir), prevenir o dano dental permanente e diminuir a fricção dental.

Para proteger os dentes de maneira permanente, recomenda-se o uso de protetores bucais ou aparelhos feitos sob medida.

Mas muitos especialistas também sugerem mudanças no estilo de vida para lidar melhor com o estresse diário – e aliviá-lo.

Se não funcionar, há alguns tratamentos psicológicos que podem ajudar, como as terapias congnitivas ou comportamentais, que trabalham a ligação entre o pensamento e o comportamento.

Em todo caso, controlar o bruxismo durante o dia é muito mais fácil do que fazê-lo durante o sono – por razões óbvias. Além disso, reduzir o consumo de álcool e parar de fumar pode ajudar a prevenir o bruxismo. O consumo de drogas recreativas, também pode piorar o problema.

Para saber mais consulte o dentista Dr. Marcelo Germani, em Birigui, na Rua Siqueira Campos, 298 e pelo telefone: 18 3641-7458.

 

Fonte: BBC.

 

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O que as pessoas comem nas regiões com as expectativas de vida mais altas do mundo?

Qual é o segredo para uma vida longa? Essa pergunta desperta a curiosidade de cientistas e leigos.

Alimentar-se bem pode ser uma das respostas – se não para viver eternamente, ao menos para passar dos cem anos de idade.

E é justamente a alimentação que chama a atenção em cinco regiões do planeta onde a população atinge uma idade média superior a cem anos.

“O que descobrimos é que as pessoas nessas regiões não só vivem mais tempo – cerca de dez anos acima da média – mas vivem melhor a sua velhice”, disse à BBC o cientista americano Dan Buettner, que batizou essas cinco regiões de “zonas azuis”.

Em seu livro As Zonas Azuis, Buettner estudou os hábitos alimentares na ilha de Okinawa, no Japão, na cidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), na ilha de Ikaria, na Grécia, na Sardenha (Itália) e na península de Nicoya, na Costa Rica.

Mas de que se alimentam essas pessoas para ajudar em sua longevidade?

“A maioria dos alimentos que consomem vêm de plantas. Mas, acima de tudo, são alimentos não processados ​ou muito pouco processados”, disse Buettner, que contou ter partido da “bastante estabelecida” noção de que apenas 20% da nossa longevidade média pode ser atribuída à genética. “Os 80% restantes (se devem) ao estilo de vida e ao ambiente.”

De acordo com Buettner e uma pesquisa que contou com o apoio da National Geographic, os três alimentos básicos são as folhas verdes (vegetais), oleaginosas e grãos.

Mas existem muitas variações e complementos que dependem exclusivamente de cada região.

“Eles comem carboidratos, mas não processados como bolos ou donuts, mas sim grão de trigo ou batatas”, disse o pesquisador.

Uma das coincidências nas dietas é a ausência total de refrigerantes e produtos derivados do leite de vaca.

“Muitas dessas pessoas que conseguiram ter uma vida tão longa só conheceram os refrigerantes há cerca de dez anos. E comem queijo, mas os que vêm de cabra ou pecorino, de ovelhas”, disse ele.

Quando se trata de proteína, o peixe é rei.

“Eles consomem cerca de três porções de peixe por semana, a mesma frequência dos ovos. Mas comem pouca carne vermelha, cerca de cinco porções por mês”, disse Buettner.

“É o que eles têm ao seu alcance. Seu consumo se limita muito ao que eles são capazes de produzir localmente.”

 

De acordo com Buettner, as bebidas preferidas das pessoas dessas áreas são água e vinho.

“Tomam, em média, seis copos de água e muitos deles têm, dentro de suas culturas, o hábito de tomar umas três porções de vinho por semana”, detalhou.

Mas há uma outra surpresa: o café também tem lugar cativo.

“Vimos que em algumas destas zonas azuis o consumo de café é bastante comum, especialmente porque o consideram um potente antioxidante”, acrescentou o pesquisador.

Uma das conclusões da pesquisa de Buettner é a péssima influência de alimentos processados ​​em dietas ao redor do mundo – algo que se expandiu pela influência dos EUA. A ponto de algumas das zonas azuis estarem perto de perderem tal “status” por força da incorporação de comidas processadas em suas dietas.

Ao mesmo tempo, é curioso que uma dessas zonas azuis esteja localizada precisamente nos Estados Unidos: Loma Linda, na Califórnia.

E talvez a resposta para a longevidade dali seja a religião.

Cerca de metade dos 24 mil habitantes desta cidade são membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia. E vivem dez anos a mais do que a maioria dos americanos.

“Acho que cheguei a esta idade (101 anos em 2015) porque não bebo ou fumo, vou para a cama cedo e agradeço a Deus por sua bondade”, disse Betty Streifling à BBC.

Nesse sentido, Buettner diz que ninguém pode mudar seus hábitos alimentares da noite para o dia, mas sim o ambiente.

“É muito difícil tentar mudar a atitude das pessoas frente à comida, mas se em vez de se depararem com uma hamburgueria ou sorveteria a cada duas quadras elas tivessem a seu alcance lojas de alimentos saudáveis, certamente as taxas de longevidade aumentariam”, opinou.

“Além disso, nessas áreas azuis, a ideia de ‘alimentação saudável’, que para muitos é uma imposição, para eles é simplesmente ‘comer normalmente’, como têm feito há anos”, concluiu.

“O segredo é dedicar o tempo a preparar esses alimentos básicos que os humanos consomem há milhares de anos, torná-los saborosos – considerando que nosso paladar foi destruído pelo açúcar, pelo sal e pela gordura (dos alimentos processados).”

Fonte: BBC

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Produto é vendido com mosquistos voando em seu interior

Observe a embalagem abaixo:

Agora observe mais de perto:

Pois é, o pacote de granola, estava à venda em um grande supermercado da região, em Araçatuba, exatamente assim cheio de mosquitos voando dentro, no dia de hoje 01/07/2017.

É preciso contratar mais funcionários para realizar a fiscalização dos produtos, e quanto aos consumidores, precisamos ficar espertos!

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Cientistas falam em epidemia de miopia

Nos últimos 50 anos, o número de pessoas míopes duplicou. Estima-se que em 2020 um terço da população mundial terá o problema na visão, em 2050, a metade.

“Estamos em meio a uma epidemia global de miopia”, disse o médico Earl Smith, professor de desenvolvimento da visão e decano da Faculdade de Optometria da Universidade de Houston, nos Estados Unidos.

E essa epidemia tem mais incidência entre os jovens do leste da Ásia, em países como China e Coreia do Sul, onde o problema afeta quase 90% dos estudantes que concluem o Ensino Médio.

Em outras regiões do mundo, embora os números não sejam tão alarmantes, a condição também avança.

As pessoas míopes podem ver claramente os objetos que estão próximos, mas não conseguem focar objetos distantes.

Ela ocorre quando o globo ocular cresce demais e fica maior do que o normal. Essa condição visual costuma se manifestar quando as crianças estão em idade escolar e piora gradualmente até que o globo ocular complete seu crescimento.

Se não for detectado e corrigido com lentes, a miopia pode progredir e, com o tempo, aumentar significativamente o risco de catarata, glaucoma, desprendimento da retina e maculopatia míope.

Além disso, está entre as três primeiras causas de cegueira permanente no mundo.

Muitos estudos mostram que as pessoas que passam mais tempo ao ar livre são muito menos propensas a desenvolver miopia que aquelas que permanecem a maior parte do dia entre quatro paredes.

O médico Wallace Chamon, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, conta que pesquisas realizadas no país indicam que a miopia atinge cerca de 25% da população nos centros urbanos.

“Em estudos que realizei em regiões distantes, como dentre os índios do Xingú e a população ribeirinha do Rio Pauiní (AC), observei no máximo 5% de miopia”, completou.

Segundo Smith, a demanda educacional cada vez mais exigente e o fato de se passar mais tempo em espaços fechados são fatores que contribuem para que uma pessoa se torne míope.

A miopia não tem cura nem é reversível, mas o uso de óculos pode impedir ou desacelerar o avanço da condição.

Também há cirurgia com laser que altera a forma do globo ocular para corrigi-lo, embora esse procedimento não seja recomendado em crianças ou jovens que ainda estão em processo de crescimento.

Família ao ar livre

A maioria dos pesquisadores concorda que estimular crianças a brincar ao ar livre ajuda a reduzir o risco de desenvolver o problema.

Também há estudos mostrando que, ao brincar ao ar livre, a miopia infantil pode avançar num ritmo mais lento.

Os especialistas acreditam que isso tem a ver com o fato de que os níveis de luz no exterior são muito mais altos que no interior.

Por outro lado, passar muito tempo focando a vista em objetos muito próximos, como lendo, escrevendo ou usando dispositivos portáteis como celulares, tablets ou laptops, pode aumentar o risco miopia, segundo o NHS, o serviço público de saúde britânico.

Para saber mais , em Birigui visite o oftalmologista Dr. Wlamir, na Climesp, Rua Ribeiro de Barros, 126, ou agende pelo telefone: 18 36424088.

 

Fonte: BBC.

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