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Birigui ganha sede regional de cooperativa que cresceu 250%


Birigui ganhou uma sede regional do Sicredi (Sistema de Crédito Cooperativo), cooperativa de crédito e investimentos, cujo patrimônio líquido local cresceu 250% desde 2013. A entidade conta com 7,5 mil associados na região.

A nova sede situada no Centro do município permite um trabalho mais focado no território. O objetivo é coordenar e expandir a atuação local, atingindo 46 municípios no futuro. Atualmente a cooperativa tem agências de atendimento em quatro municípios da região – Birigui, Penápolis, Araçatuba e Andradina – e a projeção de inaugurar uma nova unidade em Guararapes, ainda no início deste ano.

O Sicredi é a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, criada em 28 de dezembro de 1902 em Nova Petrópolis (RS). Entre os mais de 300 produtos oferecidos atualmente nas agências aos 3,7 milhões de cooperados pelo País estão empréstimos e financiamentos (desde crédito pessoal a financiamentos de veículos e projetos de energia solar), investimentos (o que inclui poupança e depósitos a prazo), seguros (de vida, de automóvel, residencial), consórcios (bens imóveis, móveis, serviços e sustentável), transações (como conta-corrente, boletos de cobrança, máquinas de cartões e débito direto autorizado).
A entrada do Sicredi na região da Alta Noroeste paulista aconteceu em Birigui, há 16 anos. Em agosto de 2001, quando a cooperativa filiada ao sistema começou a atuar no polo calçadista, o seu foco era segmentado na área médica e os serviços eram oferecidos em uma sala dentro da própria Unimed. O patrimônio inicial era de apenas R$ 42 mil e apenas 28 pessoas integravam o quadro de associados. Hoje a cooperativa recebe pessoas físicas e jurídicas de qualquer setor como cooperados.

A abertura da entidade regional para todas as áreas foi aprovada em 2013, obedecendo a norma do BC (Banco Central) que determina que a instituição atinja R$ 6 milhões de patrimônio líquido para oferecer a livre admissão de associados. A ampliação dos negócios continuou nos últimos anos.
Em 2017, o Sicredi Alta Noroeste, que engloba as quatro agências regionais, atingiu um patrimônio líquido de R$ 21.394.748, valor 45% superior aos R$ 14.678.588 de 2016.

Fonte: Folha da Região.

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Apesar de tudo estar muito mais caro, alguns itens estão com um preço menor

Apesar do gás, combustível, moradia, conta de luz, conta de água, pedágio e tudo o mais estar muito mais caro no Brasil e ninguém protestar. Alguns poucos alimentos da cesta básica estão mais baratos como feijão, arroz e leite longa vida. Impulsionada pela supersafra e pela cautela do consumidor com o que colocar no carrinho, a oferta dos produtos aumentou e contribuiu para que a inflação do setor terminasse o ano passado em queda.

O Índice de Preços dos Supermercados, calculado pela Apas/Fipe (Associação Paulista de Supermercados/ Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), registrou um recuo de 2,3% no acumulado de janeiro a dezembro de 2017. A retração nos preços é a maior desde o início da medição, em 1994. Conforme a Apas, a queda mais próxima à de 2017 foi registrada em 1998, quando o indicou apontou para redução de 2,26%.

De acordo com o economista da Apas, Thiago Berka, um dos fatores que impulsionaram a deflação nos supermercados em 2017 foi a safra recorde de grãos. “Este resultado fez também com que os rebanhos bovino, suíno e as aves fossem beneficiados com melhores preços para a ração, por exemplo, o que ajudou na redução no preço das carnes”, ele esclareceu.

Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o Brasil colheu 238 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2016/2017, atingindo sua maior marca histórica.

Berka lembra que o feijão e o arroz tiveram deflação em 2017 também devido ao fato de que os preços dos dois produtos dispararam em 2016, com altas respectivas de 11,89 e 35,6%, depois de já terem aumentado 5,44% e 36,41%, em 2015, devido à quebra de safra. Já o leite ficou mais barato porque os rebanhos encontraram boas pastagens, produtores observaram preços estáveis e convidativos ao aumento de produção nos últimos três anos, além da demanda desaquecida. “Isso porque na crise, produtos lácteos em geral são reduzidos com mais intensidade pela população e os supermercados adequam seu mix de produtos supérfluos.”

Mas como alegria de pobre dura pouco, a perspectiva é de um cenário diferente para os supermercados paulistas em 2018. A previsão da Apas é de que este ano o consumidor pague entre 3% a 4% a mais pelos produtos.

Ele acredita que a safra brasileira de 2018 seja boa, porém não atinja o mesmo nível da colheita de grãos em 2017. A superprodução foi um dos fatores que tornaram alguns produtos mais baratos no ano passado. A Conab estima um recuo de 4,4% a 6,2% para a safra 2017/2018 ante as 238 milhões de toneladas de 2016/2017. A produção deve ficar entre 223,3 e 227,5 milhões de toneladas.

 

Fonte: Folha da Região.

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Birigui continuará arcando com os Bombeiros

Prefeito recebeu comitiva de bombeiros que esteve no Paço Municipal

Mesmo sem a cobrança da taxa dos bombeiros, considerada inconstitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o prefeito de Birigui, Cristiano Salmeirão (PTB), garantiu que a Prefeitura vai continuar arcando com o custeio dos serviços do Corpo de Bombeiros.

O compromisso foi feito pelo petebista a uma comitiva de bombeiros que esteve no Paço Municipal na última quinta-feira. “A administração irá buscar alternativas para custear esses R$ 840 mil (que vão deixar de ser arrecadados com o fim da cobrança)”, disse o prefeito.

 

Fonte: Folha da Região.

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Proprietária de imóvel danificado quer R$ 79,5 mil de indenização da Prefeitura

Casa do bairro Quemil passou por avaliação da Defesa Civil, que lacrou o prédio e impediu uso da residência

Uma mulher entrou com uma ação contra a Prefeitura de Birigui pedindo R$ 79.550,00 por ter sofrido danos na casa em que é proprietária, no bairro Quemil. Ela alugava o imóvel, quando teve um problema após o rompimento de uma adutora, ocasionando danos na estrutura da casa.

A situação fez com que a Defesa Civil interditasse o imóvel, fazendo com que a família que residia mudasse de local, permanecendo fechada até o momento. Cabe recurso. De acordo com o documento, a proprietária alugava a casa, que fica na rua Maurício Stábile, por R$ 1.150 mensais.

Em 20 de junho de 2016, houve o rompimento da rede de água que abastece aquela localidade, causando graves danos ao imóvel, tendo a interdição da Defesa Civil por uma série de avarias na estrutura da residência. Diante disso, os moradores precisaram sair, estando o imóvel desocupado. No pedido, a mulher cita que, desde o dia do problema, até dezembro do ano passado, teve um prejuízo de R$ 20,7 mil.
Em nota, a Prefeitura de Birigui informou que tem conhecimento da ação e que o reparo está em andamento, cuja previsão deva ocorrer “ainda este semestre”. O Executivo esclareceu que a licitação já foi feita e a empresa vencedora ainda não apresentou a documentação necessária. “Caso ela não apresente, a Prefeitura comunicará o Jurídico, notificar a empresa e avisá-la que a segunda colocada na licitação assumirá o serviço. Importante informar que todo esse trâmite já foi explicado aos familiares proprietários da residência”, destacou.

Fonte: Folha da Região.

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Exportação dobrou em 2017 no polo calçadista de Birigui

De acordo com Mestriner, ter resultados com as vendas para o exterior é um processo que leva tempo e investimento

Em 2016, 3,1% dos pares confeccionados em Birigui foram direcionados para outros países. A parcela cresceu para 6,28% em 2017. Estatísticas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços apontam para a movimentação de US$ 14.379.204 com a receita pela exportação de calçados de Birigui em 2017. O valor supera em 17,5% o acumulado com as remessas do polo calçadista para o exterior em 2016.

Segundo o presidente do Sinbi, Carlos Mestriner, o trabalho com o mercado externo começou a se intensificar em 2016 com o objetivo de reverter os resultados negativos do polo. A entidade buscou desmistificar a comercialização de calçados para outros países por meio do trabalho com instituições parceiras, consultorias, capacitações e palestras.

Mestriner destaca que há dois anos, a indústria biriguiense enfrenta um mercado interno encolhido pelas adversidades no cenário político e com o alto desemprego. “Para que não houvesse uma queda mais drástica na produção da indústria, a saída foi se abrir para buscar novos mercados”, relata o presidente do Sinbi. Ele esclarece que exportar requer preparo, já que há muitas exigências para as transações internacionais, além de ser necessário compreender as peculiaridades do processo para não apostar na exportação como uma estratégia de curto prazo, o que seria ruim.

Ele acredita que a internacionalização das marcas deverá se manter em 2018 e que o empresário não deve encarar as exportações como uma solução temporária. “Fazemos parte de um mercado global, cheio de oportunidade que precisa ser melhor explorado.” Mestriner percebe que o crescimento do último ano mostrou que o polo tem possibilidade de buscar mais esse caminho. “Pode ser uma grande sacada, principalmente para o setor infantil.”

Contudo, o presidente do Sinbi considera que a volatilidade do câmbio ainda é um problema para a indústria, já que é difícil trabalhar com ele sem a certeza de que no dia da remessa o empresário será bem remunerado, conforme a negociação firmada meses antes. “O dólar em torno de R$3,25 a R$3,35 é favorável para o setor, mas ele não tem se mantido assim e tem variado muito, isso prejudica o planejamento.”

Fonte: Folha da Região.

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Estragos no Ginásio Municipal de Esportes de Birigui


As chuvas tem causado grandes transtornos na região, e em Birigui não foi diferente.


As paredes de um dos lados do Ginásio Municipal de Esportes de Birigui cederam, matando um pé de jabuticaba, um pé de caqui e arriscando a vida das pessoas que ali passam.
Já faz tempo que esse lado do Ginásio de Esportes precisa de reformas, não só tapar o sol com a peneira, mas de fato uma construção forte e segura para os biriguienses.

É preciso investir no esporte e na segurança das construções locais. Atenção poder público: a população quer providências urgentemente!

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Incêndio na Secretaria de Saúde de Birigui

Incêndio atingiu prédio da Secretaria de Saúde (Foto: Divulgação/Prefeitura)

Um incêndio atingiu o prédio da Secretaria Municipal de Saúde de Birigui (SP) na noite deste domingo 08/01/2018 e causou estragos. Além da administração da saúde, no local também funcionam a Vigilância Epidemiológica, o Controle de Zoonoses e um centro médico.

Segundo a prefeitura, o incêndio ocorreu no setor de Vigilância Epidemiológica, atingindo, ainda, parte do setor do Centro de Zoonoses. Ninguém ficou ferido e uma moradora ligou para os bombeiros, que rapidamente enviou dois caminhões ao local.

Os bombeiros ainda vão investigar as causas do incêndio. A farmácia da prefeitura não foi atingida.

Fonte: G1.

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Situação em Birigui assusta


Após fortes chuvas e ventos, sem estrutura para suportar os eventos climáticos, os guardirreios de proteção do Biriguizinho, na Avenida João Cernack, que atravessa a cidade de Birigui, cederam, e continuam afundando engolindo parte do asfalto.

A cena assusta quem passa pelo local, que está isolado e traz mais percalços à população biriguiense.
Esperamos solução definitiva para o problema, como por exemplo, arborização na cidade para conter a chuva, ampliação de canais de escoamento e não por concreto em tudo, porque como vimos a natureza não perdoa.

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Maioria dos acidentes com morte em Birigui é com moto

Cruzamento da avenida Geracina de Menezes Sanches com a rua Dona Augusta Sanches: duas mortes em cinco dias

Cruzamento da avenida Geracina de Menezes Sanches com a rua Dona Augusta Sanches: duas mortes em cinco dias

A motocicleta foi o veículo que mais matou pessoas em acidente no trânsito de Birigui nos últimos três anos. Levantamento feito pelo Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, programa do governo estadual, apontou que no acumulado entre janeiro de 2015 e outubro de 2017, 54 perderam a vida no trânsito da cidade calçadista, sendo 18 em acidentes com motocicletas.

De janeiro a outubro deste ano, foram 16 mortes em acidentes de trânsito na cidade, sendo cinco delas, com motocicletas. Ainda conforme o levantamento do órgão, dos 16 acidentes com morte, seis deles ocorreram na sexta-feira e a maioria das ocorrências foi registrada entre as 18h e 24h; 93,75% das vítimas eram do sexo masculino. No período de janeiro a outubro de 2015, dez pessoas morreram em acidente de trânsito; em 2016, foram 17, um a mais do que no ano passado.

Em apenas cinco dias, três pessoas – dois jovens e uma mulher – morreram com este meio de transporte. Dois dos acidentes foram na avenida Professora Geracina Sanches Menezes. O primeiro caso ocorreu no dia 27 de dezembro, quando Sirlei Mariano Rodrigues, de 43 anos, morreu após uma colisão na avenida Nove de Julho, no bairro Novo Jardim Stábile.

Ela seguia com uma motoneta Biz pelo lado direito da avenida, no sentido bairro/Centro, enquanto um carro, conduzido por um rapaz de 26 anos, seguia atrás dela e de outro automóvel. Ele teria dado sinal e entrou na faixa esquerda para ultrapassar o carro e a motoneta, porém, Sirlei teria também passado para a mesma faixa da via, entrando na frente do carro.

As marcas de frenagem no chão e a posição dos veículos indicaram que o motorista do carro tentou desviar da motoneta, encostando o automóvel no canteiro central da avenida, mas, mesmo assim, acabou colidindo na lateral esquerda da Biz. A vítima caiu sobre o para-brisa do automóvel e o capacete saiu. A mulher caiu no chão e sofreu traumatismo craniano.

Dois dias depois, o jovem Leonardo Goulart, de 19 anos, cruzava a avenida Professora Geracina de Menezes Sanches em uma motocicleta, quando colidiu com um automóvel HB20. O motorista do veículo, um psicólogo, de 34, disse a Polícia Militar que o motociclista estaria em alta velocidade. Ele chamou o Resgate do Corpo de Bombeiros, que socorreu a vítima, encaminhado-a ao pronto-socorro, porém Goulart não resistiu.

Na madrugada de segunda-feira (1º), o estudante Bruno Lopes, de 20 anos, morreu após colidir a moto que pilotava em um carro, no cruzamento da avenida Geracina de Menezes Sanches com a rua Dona Augusta Sanches, no bairro Vale do Sol. A vítima, segundo a Polícia Militar, supostamente em alta velocidade, colidiu na lateral do veículo, após o motorista do automóvel invadir a preferencial. Lopes foi socorrido, mas faleceu antes de dar entrada no pronto-socorro.

Em maio de 2015, a avenida Professora Geracina Sanches Menezes, recebeu a instalação de dois redutores de velocidade. A implantação ocorreu 45 dias após a aposentada Leonor Pineda Lacerda, de 71 anos, morrer atropelada na via em 12 de abril. Ela voltava de uma igreja no momento da tragédia.

O acusado de dirigir o carro que atingiu a vítima, um auxiliar de escritório de 24 anos, teria fugido sem prestar socorro. Na época, uma testemunha contou aos PMs que o jovem estaria embriagado e, durante o trajeto, andava em zigue-zague e fazia manobras perigosas. Ele se apresentou, dias depois, na delegacia e responde ao processo em liberdade.

A reportagem do Portal Noroeste SP apurou que muito foi gasto com sinalização em locais desnecessários durante os últimos anos e que é preciso uma reestruturação do trânsito na cidade para evitar mais tragédias.

Fonte: Folha da Região.

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Rapaz morre após tentar por fogo na própria casa no Toselar

 

O jovem Warley Levine de 21 anos, morreu no início da noite de segunda-feira 01/01/2018 após tentar atear fogo na própria casa que fica na rua Durval Tanaka, no Toselar. Populares chamaram os bombeiros que controlaram as chamas e encontraram a vítima dentro do imóvel.

Ainda não se sabe o que teria levado o jovem a atear fogo na própria residência, mas aparentemente ele sofria de problemas emocionais.

O jovem foi socorrido pelos bombeiros que o encaminharam ao Pronto Socorro Municipal, mas Warley não resistiu e veio a óbito.

Vivemos em um mundo muito solitário e as pessoas não se ajudam mais e não sabem para quem pedir ajuda quando estão desesperadas.

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