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Empresário fundador de Calçados Tiptoe morre atropelado

O empresário Rubens Inácio Salzedas, 83 anos, residente em Birigui, morreu atropelado na noite do último sábado (21/04), em Bauru. Ele foi um dos fundadores da fábrica de calçados Tiptoe e passava o final de semana com familiares em Bauru.

O autor do crime, um ajudante de motorista de 64 anos, foi preso em flagrante sem direito à fiança, pois havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Ele deixou o local sem prestar socorro à vítima e um filho dele tentou enganar a polícia, alegando que o carro havia sido furtado.

O atropelamento aconteceu pouco depois das 18h. Policiais militares constataram que o autor seguia com um Fiat Uno pela avenida Duque de Caxias, sentido ao bairro, e atropelou Salzedas após o cruzamento com a rua Rio Branco.

Segundo o Jornal da Cidade de Bauru, a vítima passava o feriado de Tiradentes com familiares em uma chácara próxima a Bauru e foi até uma farmácia. O empresário cruzava a rua a pé enquanto o cunhado dele fazia o retorno com o carro para pegá-lo. Ele teve traumatismo craniano, foi socorrido, mas não resistiu.

Os policiais encontraram apenas o carro no local. No hospital, foram informados que uma pessoa estava em uma base da PM registrando o furto de um Fiat Uno, mas entrou em contradição.

Outra equipe foi até à casa dele e encontrou o ajudante de motorista com outro filho, de 13 anos. O adolescente acabou confessando que estava com o pai no Fiat Uno quando ocorreu o atropelamento.

Diante dessa confissão, o filho que comunicava o furto confessou a tentativa de fraude. Ele informou que o pai havia ingerido bebida alcoólica, saído com o carro e, ao retornar, contou sobre o atropelamento. Por isso decidiu tentar livrá-lo da responsabilidade.

O ajudante de motorista alegou ter tomado apenas uma lata de cerveja na casa dele antes de sair com o carro. Ele argumentou não ter visto a vítima atravessando a rua e que se desesperou após atropelá-la. Por isso abandonou o carro no local e foi embora a pé.

Ele foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou 0,31 miligramas de álcool por litro de ar alveolar. O índice é inferior a 0,33 miligramas, que é o limite para a prisão em flagrante. Entretanto, baseado na alteração da lei Seca, o acusado foi preso em flagrante, sem direito à fiança.

Pela lei 13.546, de 19 de dezembro de 2017, que entrou em vigor na última quinta-feira (19/04), autores de crimes cometidos na direção de veículos automotores sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência, estão sujeitos à pena de cinco a oito anos de reclusão e suspensão ou proibição do direito de obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

Ele ficou à disposição da Justiça e o delegado plantonista ainda representou pela conversão da prisão em flagrante pela preventiva. Após ser ouvido, o acusado foi levado para a cadeia de Avaí.

Fonte: Folha da Região.

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MORADORES DO BAIRRO SANTO ANTONIO ESTÃO OTIMISTA

Depois de mais cem anos parece que as ruas vão continuar a fluir olha as obras, já começaram,tomara que terminasse.

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Melhore a sua vida: Deixe de queixar-se por tudo e por nada!

Todos nós reclamamos, é inerente à condição humana. A queixa ou a reclamação estabelece uma relação direta com a insatisfação, com algo que não está como desejamos, ou como queríamos que acontecesse. Em algumas circunstâncias é um comportamento que permite assegurarmos os nossos direitos, que permite defendermo-nos ou proteger-nos. No reclamar também existe o reverso da medalha, também podemos acionar um mecanismo de negatividade, de desdém, de mau humor, de atitude negativa e depreciativa e pouco a pouco torna-se num hábito pernicioso para nós e para os outros.

O processo de pensamento de reclamar pode ser definido como: para expressar dor, angústia ou descontentamento. Claro, faz sentido para expressar dor, tristeza ou descontentamento ocasionalmente, mas algumas pessoas fazem isso constantemente (ou a cada hora, ou a cada minuto).

Ao fazer isso, essas pessoas estão falando e pensando sobre o que não querem na sua vida e, assim, promovem mais dor, tristeza e descontentamento. Em vez disso, fale sobre o que você quer e não sobre o que você não quer.

Em média cada pessoa queixa-se entre 15-30 vezes por dia. Sendo só considerado queixa quando você realmente diz a queixa em voz alta. Ter um pensamento negativo não é realmente queixar-se, tal como pensar noutra pessoa quando você é casado não é o mesmo que enganar.

Queixar-nos ou reclamar-mos, na grande maioria das vezes estabelece uma forte relação com o nosso diálogo interno autocrítico. Por vezes vamos edificando um padrão de verbalização mordaz, criticamente negativo que tem repercussões terríveis nos nossos estados de humor.

Pouco a pouco, sem termos consciência caí-se na malha da negatividade e vitimização ilusória, cravada numa estrutura mental desadequada e desvantajosa que faz verbalizar um discurso pejorativo.

Numa breve análise ao seu discurso no dia-a-dia, será que você percebe que reclama por tudo e por nada, sobre coisas do género:

O tempo. O tráfego. Os membros da família. O peso. O trabalho que precisa completar. O evento que estava assistindo. A dor no braço. O sol do meio dia. O que nunca conseguiu concretizar.

“A formação foi um disparate, foi sobre e sobre e sobre.  A comida está um horror. Os passeios são irregulares. Detesto que olhem para mim. Odeio camisetas amarelas. Está frio. Está calor. Detesto quando chove. Adoro as ondas, mas detesto a areia.”

Talvez você esteja pensando: “Uau! Eu reclamo muito, eu vou parar agora”. Pense já sobre isso, pondere (se for o seu caso) se as suas queixas estão prejudicando, dificultando e empobrecendo a sua vida. Se sim, decida-se a mudar.

reclamar da vida

Cuidado com a generalização

Pouco a pouco a pessoa entra num processo de generalização desmedida de gatilhos que fazem disparar automaticamente a queixa ilusória.  Acredito que saber identificar esses gatilhos que acionam o seu detetor de queixa, é o primeiro passo para alterar o seu comportamento de verbalização negativista e depreciativo.

Quando se aprende a reconhecer os gatilhos, isso permite-nos ter alguns segundos para parar e pensar sobre que escolha nós queremos fazer e seguir.

Um gatilho é algo, como por exemplo, uma situação, um pensamento, uma atitude de alguém, ou um qualquer estímulo que acione automaticamente o seu comportamento de queixa.

Para refletir: Será que você quer disparar as suas queixas, como normalmente faz, ou quer escolher um caminho diferente?

Se pensar negativamente, coisas negativas podem acontecer. Se verbalizar queixas, mais motivos para se queixar terá. O ciclo de queixas vai sendo reforçado e você corre o risco de generalizar até para pequenas coisas que anteriormente não eram alvo da sua reclamação.

O detetor de queixa vai ficando apurado, os gatilhos vão-se acumulando e as verbalizações ficam cada vez mais ensurdecedoras. Você tornou-se um profissional da queixa, faz um bom trabalho a queixar-se prejudicando a sua vida como ninguém.

Coloque a mão na sua consciência

Quero crer que tem consciência que aquilo que cada um de nós verbaliza, é escutado pelos outros, tendo uma determinada reação neles. Ao verbalizarmos algo, iremos criar uma impressão na outra pessoa ou grupo de pessoas. Inevitavelmente os outros constroem uma ideia acerca de nós mesmos.

Relembre-se por momentos de um dos seus dias mais queixosos, imagine agora o que as outras pessoas poderiam ter pensado acerca de si, a influência que pode ter tido neles, o quão os pode ter afetado, e o quão desadequado pode ter sido. Imagine isso por breves momentos. Talvez tenha sentido embaraço.

Será que toda a enxurrada de queixas trouxeram alguma vantagem para a sua vida, para o seu bem-estar, para a sua produtividade no trabalho, para o seu relacionamento? Provavelmente não. Então, certamente justifica-se tomar consciência do possível impacto negativo que as queixas desmedidas podem estar a provocar na sua vida, e eventualmente nas pessoas com que interage.

Pelo menos, nem que seja por breves momentos questione-se:

  • Porque é que é propenso a queixar-se?
  • Tem sido útil?
  • Ajuda-o no seu dia-a-dia?
  • Promove-lhe a motivação?
  • Ajuda a influenciar positivamente os outros?
  • Promove as soluções para os seus problemas?
  • Promove-lhe a saúde física e psicológica?

Arrisco a dizer, que salvo raras excepções, queixar-se nada tem de positivo. É um comportamento verbal autosabotador.  Antes de queixar-se reflita:

  • É verdade?
  • É benéfico?
  • É inspirador?
  • É necessário?
  • É simpático?

Se maioritariamente responder negativamente. Não se queixe.

Expectativas elevadas e pouca flexibilidade de pensamento promovem as queixas

Quando temos uma noção muito rígida de como gostaríamos que o mundo fosse. Quando temos uma percepção de que as coisas deveriam ser à nossa imagem e de acordo com a nossa forma de pensar, tornamo-nos rígidos.

Com essa rigidez instituída forma-se uma dificuldade de adaptação funcional, e o escape materializa-se em reclamações e queixas. As expectativas pessoais não atendidas são um poderoso gatilho para a queixa.

Vejamos o seguinte exemplo: Se eu me considerasse um “queixoso crónico” e quisesse chegar a algum lugar, eu iria assumir que o tráfego iria fluir como eu desejava, a pessoa que eu tinha marcado a reunião estaria lá na hora combinada e a reunião iria ser edificante e gratificante, e o café da manhã iria ajudar-me a raciocinar melhor! Se alguma destas coisas não acontecesse, eu ia começar a reclamar sozinho, depois mais tarde com a minha parceira, se saísse para conviver com os amigos iria queixar-me a eles. “Que dia horrível que eu tive! O trânsito estava terrível, a pessoa chegou tarde ao encontro, o café que tomei era intragável, e para piorar tudo não chegamos a acordo, foi tudo menos proveitoso.”

Identifica-se com este tipo de cenário? Utiliza este tipo padronizado de discurso recorrentemente?  Se sim, é importante ponderar (tal como referi ao longo do artigo) sobre o quão prejudicial pode estar a ser para a sua vida.

Comece por ser menos rígido nas suas expectativas, não me refiro às expectativas que tem quando traça objetivos de realização, como por exemplo ser promovido no emprego, ou melhorar o seu relacionamento, não me refiro a isso, mas sim às pequenas expectativas, como por exemplo ir ao cinema e encontrar uma fila enorme, ou a mesa do jantar não estar posta como gosta, ou estar um pouco mais de barulho no restaurante.

Aumente a sua capacidade de adaptação, reduza algumas das suas expetativas e aceite a realidade como ela é. O sol do meio dia pode ser um incómodo, isso é uma realidade, não faça disso um problema que alimente a sua queixa. Pense numa solução para minimizar o incómodo, desprenda-se disso e siga em frente. A vida é uma sucessão de acontecimentos e não de queixas.

Como deixar de se queixar e de se criticar

Em seguida apresento os passos principais e resumidos a implementar no seu dia a dia para abandonar as suas queixas depreciativas e autossabotadoras da suas qualidade de vida:

melhorar de vida

1 – Aceitação da realidade

Primeiro você precisa aceitar-se do jeito que você é, para que consiga aceitar os outros e a realidade dos acontecimentos. Caso contrário, você continuará sempre reclamando acerca dos outros, dos seus hábitos e de como as coisas deveriam ser. É muito fácil reclamar e criticar. Qualquer pessoa pode fazê-lo.

Na verdade, as pessoas que se queixam e criticam por tudo e por nada, mesmo quando tentam argumentar com razões lógicas e racionais, correm o risco de serem demasiado incisivas e tendenciosas devido à sua rigidez de pensamento e detetor de queixas.

Somente quando você aprender a aceitar os outros como eles são, sem julgamentos de qualquer tipo, baixando as expectativas, acionando o respeito pelas ideias e comportamentos dos outros, a queixa pode ter espaço para diminuir, e pouco a pouco extinguir-se.

Tente não tirar conclusões precipitadas ou julgamentos sobre os outros sem conhecê-los. Você até poderá saber algumas coisas sobre o Sr. X, mas certamente não sabe tudo sobre ele e a sua vida. Assim, não julge pela aparência ou pelo seu conhecimento escasso, tente aprender mais sobre a pessoa.

Uma vez que você cultive o hábito da aceitação da realidade, de imediato, encontrará alegria e empatia que promove o abandono da queixa desnecessária. Este será o primeiro passo para ajudá-lo a parar de reclamar e criticar por tudo e por nada.

2 – Aceite as responsabilidades

Esta é também uma razão pela qual as pessoas se queixam, porque têm medo de aceitar a sua quota de responsabilidades na vida e até mesmo nas suas escolhas. Assim, fabricam todas as desculpas do mundo para reclamar. E, aprendemos este jogo na infância.

A pessoa que se queixa por tudo e por nada, transporta para a idade adulta uma estratégia que provavelmente usou quando era criança. As crianças utilizam muito a queixa para terem a compreensão dos pais relativamente aquilo que não querem. Não quer ir para a escola, simula uma dor de cabeça, dor de estômago, dor de dentes, e assim por diante.

Em adulto aprendemos a ser mais refinados e inteligentes na argumentação de desculpas e reclamações.

Por exemplo: “Bolas, hoje tive um dia super cansativo, para além de me aborrecer com o meu chefe, e o almoço ser uma porcaria, ainda tenho um jantar de aniversário de um grande amigo. Já me vou deitar tarde outra vez. Já viste bem a minha vida?”

Este é um caso típico de queixa sem fundamento e negativista. Algumas coisas até podem correr menos bem, mas depois reclamar porque se vai a uma festa de aniverário de um amigo? Isso não deveria ser motivo de alegria e orgulho?

A pessoa só vai porque quer, ninguém a obriga. Se vai deve assumir isso para si, e ir bem-disposta sem reclamar. Aproveitar o momento e divertir-se. Já que decidiu ir, que aproveite.

Estas queixas são apenas uma maneira fácil de escapar da responsabilidades e colocar a frustração nas coisas e nos outros. Por isso, parar de reclamar e ser responsável pelas nossas ações é dar mais um passo em frente na promoção do bem-estar e redução da frustração. É importante sermos gratos pelo que temos e acima de tudo por aquilo que decidimos fazer.

3 – Desapegue-se do seu ego

No início do artigo, referi que todos nós reclamamos. No entanto, existem poucas pessoas que saibam fazê-lo devidamente. É necessário um crescimento pessoal e um entendimento desprendido da nossa maneira de ser para que a grande maiorias das nossas queixas estejam fundamentadas e possam servir-nos de forma adequada.

Não estou a querer dizer que você tem que ser iluminado, no entanto, se perceber que não é você, mas sim o seu ego, que é a raiz de grande parte dos seus problemas pessoais, então certamente irá optar por deixar de reclamar e criticar de forma desadequada.

Queixarmo-nos por tudo e por nada, procurar falhas em todos ou em tudo ao nosso redor, irá nutrir e tornar ainda mais forte o ego. Irá empurrar-nos para fora da nossa responsabilidade, colocamos uma cegueira mental, e não reparamos que somos nós próprios a procurar o nosso motivo de queixa. Assim, a chave é desapegar-se do seu ego, e ter uma visão diferente das coisas.

Mais uma vez repito, a chave para desapegar-se do seu ego é através de um completo entendimento, o entendimento de que é o seu ego, que está impedindo o seu crescimento e bloqueando os seus pontos de vista para ver as coisas da maneira adequada. Somente quando o muro do ego é quebrado existe a possibilidade para adoptar uma nova perspectiva sobre a vida, as pessoas e as coisas.

4 – Compaixão

Depois de implementar os passos anteriores, sem qualquer dúvida criou terreno para a compaixão emergir. Ao adotar uma perspetiva mais positiva da vida, ao aprender a separar o trigo do joio, colocar-se-á numa posição mais favorável para a adequação às circunstâncias. A diminuição da rigidez de pensamento, permite colocar-nos na posição dos outros, e igualmente sermos assertivos connosco mesmos.

Assim que a sua a sua visão sobre o mundo mude, a sua maneira de olhar as coisas também muda. Em vez de ser duro, antagônico e muito crítico, agora você está pronto para adotar uma posição de ajudar, motivar e inspirar as pessoas que você criticou. Agora você está preparado para perceber o quão as vezes que se queixou de algumas coisas não lhe permitiu viver plenamente alguns momentos cruciais da sua vida.

5 – Seja criativo

Ao aceitar a realidade das coisas, ao ser responsável, desapegar-se do seu ego e promover a compaixão pelos outros e por si mesmo, importa ser criativo. Numa situação em que usualmente você identifica um gatilho que sabe fazer disparar a sua queixa, seja criativo.

Imagine algo que minimize a reclamação que você iria verbalizar, evite construir um teoria da conspiração para justificar o momento de frustração. Use essa criatividade, mas dê-lhe uma outra direção. Uma direção que vá ao encontro de uma possível solução, de um possível enquadramento que o coloque numa perspetiva positiva, funcional e que permita que você possa olhar o lado bom da vida, das coisas e até de algumas expectativas defraudadas.

Crie uma alternativa à queixa e ao desdém. Crie um alternativa funcional que sirva a si mesmo e aos outros. Use a energia da queixa de uma forma construtiva. A queixa remete-se sempre para o passado ou algo que está a acontecer num determinado momento. Use esse momento para minimizar, melhorar ou resolver o seu incômodo ou frustração.

Fonte: Miguel Lucas

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Incêndio destrói fábrica de sofás


Um incêndio consumiu por completo uma tapeçaria que fabricava sofás em Birigui, no Bairro Paraíso na noite do último sábado (21/04).


O proprietário, Cido está desolado.

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CIDO SÉRIO PROCESSA CHINELO POR CALUNIA:

O ex-prefeito de Araçatuba Cido Sério (PRB) está processando um antigo aliado, o sindicalista e coordenador do PSB na região, José Avelino Pereira, o Chinelo, por calúnia. O ex-chefe do Executivo alegou que Chinelo proferiu ofensas contra ele, durante um evento no Sindicato dos Aposentados, no último dia 7.
Segundo a ação, a fala do pessebista foi transmitida ao vivo pelo Facebook e foi dita diante de “centenas” de autoridades e pessoas. Ele teria afirmado na ocasião que Cido, dentre outras coisas, “deixou a cidade do jeito que está”.
“Acabou com a nossa cidade e eu, um ano e meio antes de terminar o mandato, abandonei o barco e eu vim pro barco que era vencedor. Eu vim prum barco onde a honestidade prevalece”, teria dito Chinelo, conforme um trecho transcrito no processo.
Para a defesa de Cido, o sindicalista imputou ao ex-prefeito a prática de roubo e peculato, já que relaciona o “roubo” ao mandato exercido por ele entre 2009 e 2016. A intenção seria atacar e caluniar Cido, uma vez que a fala não estava acompanhada de provas, indícios ou qualquer alegação de fato que tenha ocorrido.

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Poste caído em Birigui

Este poste de  energia  está caído há dias na rua  Santa Cecília, na pracinha do Bairro Santo Antônio em Birigui.
Na pracinha há um parque infantil, portanto o pose causa risco às crianças.
Esperamos que as autoridades responsáveis arrumem o poste urgentemente.

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Jovens que não estudam nem trabalham: escolha ou falta de opções?

Jovem brasileira grávida.
Jovem brasileira grávida. MARCELLO CASAL JR./ABR.

Entrevistador: Se tu pudesse escolher, como seria a tua vida daqui a dez anos?

Entrevistada: Acho que a mesma. (Risos)

Entrevistador: Em relação a trabalho, o que que tu pensa? Tu queria tá trabalhando, não queria ou não importa?

Entrevistada: Não, tá bom mermo do jeito que eu tô.

Entrevistador: E tu pensa em voltar a estudar?

Entrevistada: Não.

No Brasil, 11 milhões de jovens, quase um quarto da população entre 15 e 29 anos, não trabalham ou estudam. Em um país cuja força de trabalho está ficando mais velha e começará a diminuir em 2035, um diálogo como esse soa preocupante.

Para jogar luz sobre os jovens que não estudam nem trabalham, pesquisadores do Banco Mundial fizeram 77 entrevistas qualitativas (como a acima) com jovens pernambucanos de 18 a 25 anos, moradores tanto de zonas urbanas quanto das rurais.

O resultado é o estudo “Se já é difícil, imagina para mim…” lançado nesta semana, no Rio de Janeiro. Segundo a autora, Miriam Müller, é preciso desconstruir o termo “nem-nem”, que não reflete as muitas diferenças entre esses jovens e joga sobre eles um enorme estigma.

“A culpa não é dos jovens. O estudo mostra que algumas condições relacionadas à pobreza e ao gênero produzem um conjunto de barreiras difíceis de superar. Essas limitações prejudicam sobretudo as mulheres, que se veem afetadas na capacidade de imaginar seus futuros, perseverar e ter resiliência”, avalia a cientista social alemã.

O fenômeno dos jovens fora da escola e do mercado de trabalho não é exclusividade brasileira: o documento lembra que ele persiste na América Latina e no Caribe, com consequências desafiadoras.

Trabalhos anteriores feitos na região sugerem, por exemplo, que o problema pode ameaçar a produtividade e o crescimento econômico a longo prazo. Além disso, como 66% dos nem-nens latino-americanos e caribenhos são mulheres, o tema também pode contribuir para uma transmissão intergeracional da desigualdade de gênero.

Os jovens brasileiros considerados “nem-nens” ou “desengajados” têm diversas razões para estar assim. A primeira delas é o que as autoras chamam de barreiras à motivação interna, ou seja, falta de aspiração ou predisposição para voltar aos estudos ou ao trabalho. Nesse perfil, encontram-se principalmente as mulheres casadas e com filhos pequenos, vivendo sob normas sociais que reforçam seu papel de cuidadoras e restringem suas oportunidades econômicas.

No segundo grupo, estão aqueles que expressaram motivação para voltar a trabalhar ou estudar, mas não tomaram uma providência porque lhes faltam as ferramentas necessárias para realizar essa aspiração. Embora muitos dos entrevistados tenham se inscrito no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou enviado currículos, não deram continuidade a esses esforços.

Por último, o estudo conta a história de jovens que, embora tenham se esforçado para estudar ou trabalhar, desistiram por causa de barreiras externas. Entre elas, os desafios de conciliar emprego e sala de aula, poucos recursos financeiros ou qualificação, falta de transporte público seguro para se locomover entre uma atividade e outra, e a crise no país.  As que já são mães ainda relataram a discriminação que sofreram por parte de potenciais empregadores.

Depois de ouvir esses jovens, suas frustrações e necessidades, as pesquisadoras fizeram uma série de recomendações de políticas públicas para fortalecer a capacidade dos jovens de aspirarem a objetivos, criar e levar adiante seus projetos de vida.

Segundo as autoras, provavelmente é insuficiente aumentar a oferta de cursos técnicos com o objetivo de viabilizar a participação dos jovens no mercado de trabalho se isso não estiver associado a intervenções que:

  • Facilitem o acesso a informações sobre oportunidades e como elas podem concretamente mudar suas vidas;
  • Incutam um sentimento de pertencimento e preparação entre os jovens que sentem que as oportunidades disponíveis não são para eles;
  • Ofereçam programas de apoio ou de mentoria para ajudar esses jovens a lidar com as dificuldades associadas ao cumprimento de objetivos.

A promoção das aspirações relacionadas a trabalho e educação, principalmente entre as mulheres, é uma importante porta de entrada para programas e políticas públicas, acrescenta o relatório: “Muitas das mulheres entrevistadas não conseguem imaginar uma vida em que seu papel não seja somente o de uma cuidadora.”

Finalmente, o documento propõe intervenções específicas para as áreas rurais, onde a divisão do trabalho ainda se baseia muito no gênero. No campo, ainda é preciso conscientizar sobre possibilidades de trabalho além da agricultura e conectar os jovens a oportunidades, garantindo mobilidade a preços acessíveis entre a zona rural e os centros urbanos.

Tudo isso pode fazer a diferença para os futuros integrantes da força de trabalho do país, donos de um potencial que o país não pode mais desperdiçar.

Fonte: El País.

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TCE-SP multa o ex-prefeito Borini por contratar empresa do Grupo Scamatti

Borini: advogados já estão providenciando defesa

O TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) multou o ex-prefeito de Birigui Wilson Borini (DEM) em R$ 5.140,00, valor correspondente a 200 Ufesps (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo), por conta de apontamentos de irregularidades na contratação da empresa Demop para a prestação de serviços de recapeamento.

A firma pertence ao Grupo Scamatti, que é acusado pelo Ministério Público de comandar a chamada “Máfia do Asfalto” em cidades do interior, inclusive, em Birigui. O acordo com a empresa ocorreu em 2012, último ano da gestão de Borini, pelo valor de R$ 1.684.684,12 pelo prazo de vigência de 60 dias.

Entre as falhas apontadas pela Unidade de Fiscalização da corte de contas, o conselheiro Dimas Eduardo Ramalho destacou a modalidade da licitação pregão, que foi escolhida pelo governo do democrata para fazer a contratação. Ele disse na decisão que o objeto do certame não poderia ser classificado como comum, pois, além de exigir a responsa-bilização técnica de profissionais devidamente habilitados, engloba características operacionais.

“É evidente, portanto, que não há, no caso em exame, a possibilidade de padronização, com imposição de compatibilidade de especificações técnicas, o que justamente caracteriza produtos e serviços que possam ser adquiridos por pregão”, afirmou o conselheiro, que também considerou irregular a prorrogação da ata de registro de preços, por contrariar a Lei de Licitações (de número 8.666/93).

Fonte: Folha da Região.

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Polícia Militar acompanha ato pacífico em fazenda de acusado de prostituição

MST invadiu a fazenda do empresário Oscar Maroni na manhã desta terça-feira (17), em Araçatuba (Foto: Rodolfo Pardini/TV TEM)

O MST invadiu a fazenda do dono de casa noturna acusada de prostituir mulheres, Oscar Maroni na manhã de terça-feira.

De acordo com o MST, cerca de 300 integrantes ocuparam a fazenda Santa Cecília durante a manhã desta terça-feira. Os manifestantes afirmam que esta é quarta ocupação do movimento em propriedades do empresário,  cujo enriquecimento é suspeito e que é acusado de explorar prostituição.

A Polícia Militar está no local e monitora a ocupação que segue pacífica.

Os integrantes do movimento afirmam que a ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária e “a arbitrariedade da prisão de Lula” e a agilidade nas investigações do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e de Anderson Gomes.

No dia 6 de abril, o empresário Oscar Maroni distribuiu cerca de 9 mil cervejas em frente ao Bahamas Club, em São Paulo, cumprindo a promessa feita há cerca de dois anos nas redes sociais de que se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse preso, ele iria distribuir cerveja.

Fazenda de Oscar Maroni em Araçatuba (SP) foi invadida por integrantes do MST (Foto: Marcelo Mora/G1/Arquivo)

Fazenda de Oscar Maroni em Araçatuba (SP) foi invadida por integrantes do MST (Foto: Marcelo Mora/G1/Arquivo).

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PRÓXIMO POLÍTICO NA MIRA DA JUSTIÇA

O  Senador Aécio Neves é o próximo,na mira da justiça ,já foi denunciado,um  a  um os políticos corruptos,estão caindo na justiça,esses  que  agora ai estão presos  se fazem de coitadinhos,coitadinhos é o povo que ficou desempregados mais de quatorze milhões de Brasileiros ,Hospitais sucateados,esses assassinos roubaram nosso  dinheiro e morreram muitos inocentes em fila de hospitais por falta de recursos  cadeia neles todos,

foto publica
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