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Preço do tomate sobe na região


Os consumidores da região Noroeste estão chocados com o preço do quilo de tomate, que chega a R$ 5,99 nos supermercados de Birigui e Araçatuba.

Lembrando que o salário mínimo do brasileiro está menor, mas os preços dos alimentos necessários á população tem aumentado.

Cadê os incentivos do governos para os agricultores e fiscalização de preços?

A população precisa se alimentar e tomate é um dos alimentos favoritos e essenciais dos brasileiros.

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Em quem votaram os brasileiros que vivem no exterior?

 Jair Messias Bolsonaro, foi eleito o novo presidente da república ao receber 55% dos mais de 105 milhões de votos válidos deste segundo turno. Com votos vindos principalmente das regiões Sul, e Sudeste, o candidato conseguiu derrotar o candidato do PT, Fernando Haddad. O TSE permite que brasileiros que moram no exterior ajudem na hora de escolher o novo chefe do executivo daqui. Para o segundo turno de 2018, foram computados 185.401 votos vindos de 97 países.

Os resultados mostram, por exemplo, que Bolsonaro venceu em Israel, e Haddad na Palestina – foi lá, alias, que o professor conseguiu sua maior aceitação: 90% votos. O militar, por outro lado, foi praticamente unânime no Japão onde também foi aprovado por 9 a cada 10 brasileiros-nipônicos e arrecadou 27 mil votos na terra do sol nascente.  Na America do Sul, o candidato do PT conseguiu vencer na Argentina, mas foi derrotado em praticamente todo resto do continente, incluindo na Venezuela, onde os Bolsonaristas se somaram 84% dos eleitores.

Fonte: Super Interessante.

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Eleições decidirão o futuro do país hoje

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Uma eleição histórica, debatida nas mídias, com mortes, facadas, fake news por todos os lados e pessoas usando o Whatsapp e o Faceboook como fonte máxima de notícias. Esse ano de 2018 mostrou que a tecnologia mudou para sempre o modo de se fazer política no país.
Hoje Bolsonaro, o favorito e Haddad, apoiado por Lula preso, duelam no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras.
Brasil, um país em crise, com extrema violência, pobreza e baixo nível de educação. O vencedor terá como desafio equilibrar a balança econômica, criar empregos, aumentar leitos na saúde e modernizar um país que parece ter sido abandonado desde as Olimpíadas.
A democracia é eleger um candidato e respeitar a existência da oposição. Ter o direito de ser contra ou a favor a esse ou aquele candidato é um direito de todo cidadão e o debate deve ser valorizado com respeito e educação.

Os brasileiros não querem sangue, não querem tortura, os brasileiros querem dignidade, querem emprego, saúde, educação, segurança e respeito e não políticos destruindo o nosso suado patrimônio.

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Aumenta número de desempregados que desistem de procurar emprego

Sem trabalhar desde outubro do ano passado, a desempregada Priscila Fontoura de Oliveira dos Santos, 38 anos, já desistiu de procurar um trabalho fixo. Se ela tivesse sido entrevistada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), seria mais uma na estatística dos desalentados, que são os que desistiram de procurar trabalho e, por isso, saíram das estatísticas do desemprego.

Ela tem lúpus, doença autoimune e que a impede de fazer serviços pesados. Sem emprego fixo, ela tem passado os últimos meses fazendo bicos de faxineira, manicure, garçonete e pintora. Em época de campanha política, ela ainda conseguiu bico como cabo eleitoral. O último trabalho fixo dela foi em um restaurante, onde era ajudante e fazia entregas. No entanto, o lúpus a impediu de continuar nesse serviço. “Eu já entreguei currículo em supermercado, restaurante, tudo quanto é lugar, mas ninguém chama nem pra entrevista. E as contas chegam, então preciso fazer bico”, conta.

No último dia 20, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) publicou estudo que avaliou os microdados extraídos da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua, feita pelo IBGE, relativos ao 2º trimestre de 2018. O IBGE não divulgou dados por município.

Conforme o estudo, as mulheres, parte da população da Região Nordeste, pessoas com baixa escolaridade, jovens adultos (de 18 a 24 anos) e pessoas que não são chefes de família são os grupos sociais que mais desistem de ingressar no mercado de trabalho ou retornar alguma ocupação para ter renda.
De acordo com o IBGE, no período, 4,833 milhões de pessoas desocupadas deixaram de procurar trabalho, 203 mil mais do que no trimestre anterior.

Para o professor e economista Marco Aurélio Barbosa, isso é uma situação crítica do ponto de vista econômico. “É resultado de uma das mais severas recessões de nossa história econômica. A recessão provoca o fechamento de empresas, desemprego, queda da produção, redução da arrecadação do governo, achatamento da massa salarial, e aumenta o desemprego que depois leva ao surgimento do desempregado desalentado”, afirma.

Barbosa acredita que conforme a economia retome seu crescimento, esse contingente de desempregados por desalento recue, com as pessoas retomando a procura por trabalho e sua inserção no mercado.

 

Fonte: Folha da Região.

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Orçamento para lavar carros de deputados é três vezes maior que o do Museu Nacional

Visão do hall de entrada do Museu Nacional, na foto do procurador Sergio Suiama.

A tragédia no Museu Nacional estava anunciada há muitos anos, nos últimos cinco anos, contudo, sofreu seguidos cortes drásticos e a previsão para 2018 era de que apenas 205.821 reais fossem repassados para instituição, que é subordinada à Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A gestão de Michael Temer (MDB) investe menos no Museu Nacional do que a Câmara dos Deputados na lavagem de seus 83 veículos oficiais ou que o próprio Poder Executivo na manutenção do Palácio da Alvorada, a residência presidencial que está desocupada. Em 2018 a Mesa Diretora preveem gastar 563.000 reais em dinheiro público para deixar seus carros limpos. O valor é 2,7 vezes de fato destinado ao primeiro museu brasileiro. Já o Alvorada, custa cerca de 500.000 reais por mês, o que inclui gastos com energia elétrica e jardinagem.

Apenas um dos 49 parlamentares do Rio de Janeiro (somando os 46 deputados federais e os três senadores) demonstrou qualquer preocupação em ajudar com recursos o Museu Nacional. De 2015 para cá, só Alessandro Molon (PSB-RJ) destinou uma de suas emendas parlamentares à instituição:  300.000 reais foram repassados ao órgão. Ao todo, cada congressista pode distribuir 14,8 milhões para a área ou obra que bem entender, mas eles obviamente preferem em geral investir em causa própria, porque esse dinheiro investido em educação, cultura e emprego, possivelmente não haveria mais pobreza no Brasil.

O último presidente a visitar o museu foi Juscelino Kubitscheck (1902-1976). Recentemente, nem mesmo os subalternos ao presidente vinham demonstrando qualquer afeição ao órgão. No dia em que se comemorou o bicentenário do Museu Nacional, em 9 de junho de 2018, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, estava no Rio (a cidade onde ele se graduou e foi secretário da Cultura), mas não esteve nas celebrações, em total descaso com o Museu mais famoso do Brasil.

Há algo de muito errado na escolha de quem deveria proteger a cultura no Brasil, ou de fato há décadas estão tentando destruir e eliminar qualquer forma de expressão que leve à reflexão.

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Incêndio destrói maior patrimônio cultural do Brasil


 

Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.

O fogo começou por volta das 19h30 de ontem 02?09/2018 e foi controlado no fim da madrugada desta segunda-feira (03?09?2018). Mas pequenos focos de fogo seguiam queimando partes das instalações da instituição que completou 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e dois imperadores.

A maior parte do acervo, de cerca de 20 milhões de itens, foi totalmente destruída. Fósseis, múmias, registros históricos e obras de arte viraram cinzas. Pedaços de documentos queimados foram parar em vários bairros da cidade.

Incêndio destrói o Museu Nacional no Rio de Janeiro

Segundo a assessoria de imprensa do museu e o Corpo de Bombeiros, não há feridos. Apenas quatro vigilantes estavam no local, mas eles conseguiram sair a tempo.

As causas do fogo, que começou após o fechamento para a visitantes, serão investigadas. A Polícia Civil abriu inquérito e repassará o caso para que seja conduzido pela Delegacia de Repressão a Crimes de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, da Polícia Federal, que irá apurar se o incêndio foi criminoso ou não.

O museu contém um acervo histórico desde a época do Brasil Império. Destacam-se em exposição: o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizada de “Luzia”, pode ser apreciado na coleção de Antropologia Biológica, entre outros; a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I; a coleção de arte e artefatos greco-romanos da Imperatriz Teresa Cristina; as coleções de Paleontologia que incluem o Maxakalisaurus topai, dinossauro proveniente de Minas Gerais.
O Museu Nacional foi enredo da Imperatriz Leopoldinense no carnaval de 2018.

A destruição do Museu é sem dúvida a maior tragédia cultural da história do Brasil, que já está com a educação sucateada e não tem lugares de memória.

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Venezuelanos buscam abrigo em aldeias indígenas de Roraima

Centenas de migrantes que fogem do colapso econômico na na Venezuela estão buscando abrigo em comunidades indígenas do lado brasileiro da fronteira.

O movimento ocorre enquanto crescem as tensões entre venezuelanos e brasileiros em cidades – que culminara com conflitos em Pacaraima (RR) há duas semanas, quando moradores queimaram pertences de migrantes após uma tentativa de assalto atribuída a estrangeiros na véspera.

Coordenador do CIR (Conselho Indígena de Roraima), organização que representa 237 comunidades indígenas no Estado, Edinho Macuxi afirma que os venezuelanos estão dormindo nas casas dos moradores, com quem negociam os termos da estadia: muitas vezes, os estrangeiros se comprometem a ajudar com os trabalhos na roça ou outras atividades durante a permanência, que costuma durar alguns meses.

Conferência de mulheres indígenas em Roraima

Ele afirma que muitos moradores estão descontentes com a movimentação dos estrangeiros e com seu impacto sobre os serviços públicos e temem que os venezuelanos jamais deixem o território.

“Quando você tem uma comunidade de 300 pessoas e de repente tem de atender 600, a situação que já não era boa fica ainda mais complicada”, afirma.

No último sábado (01/09/2018), um grupo de indígenas protestou na BR-174 em Pacaraima, pedindo um controle mais rígido na fronteira. Em maio de 2018, três organizações indígenas de Roraima se declararam a favor da proposta da governadora de Roraima, Suely Campos (PP), de fechar a fronteira temporariamente.

A posição, porém, não é unânime entre os índios do Estado – especialmente entre os que mantêm laços com indígenas venezuelanos.

Fonte: BBC.

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1 em cada 4 brasileiros terá mais de 65 anos em 2060, aponta IBGE

A população brasileira está em trajetória de envelhecimento e, até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso. É o que aponta projeção divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, a fatia de pessoas com mais de 65 anos alcançará 15% da população já em 2034, ultrapassando a barreira de 20% em 2046. Em 2010, estava em 7,3%.

A pesquisa mostra que em 2039 o número de idosos com mais de 65 anos superará o de crianças de até 14 anos, o que acelerará a trajetória de envelhecimento da população. Atualmente, a população com até 14 anos representa 21,3% dos brasileiros e cairá para 14,7% até 2060, segundo o IBGE.

Já a faixa entre 15 e 64 anos, que hoje responde por 69,4% da população, cairá para 59,8% em 2060.

IBGE: projeção da população brasileira (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)IBGE: projeção da população brasileira (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)

IBGE: projeção da população brasileira (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)

Idade média é de 32,6 anos

Atualmente, a idade média da população brasileira é de 32,6 anos. Em 2010, era de 29,2 anos. Pelas projeções do IBGE, em 2037 já estará acima de 40 anos, chegando a 45,6 anos em 2060.

Hoje, para cada 100 pessoas em idade para trabalhar, há 44 indivíduos menores de 15 anos ou maiores de 64 – patamar maior que o de outros emergentes como China (37,7) e Rússia (43,5), mas ainda bem abaixo ao de países desenvolvidos e com elevado percentual de idosos como Japão (64) e França (59,2).

O estudo mostra que também é possível medir o envelhecimento populacional comparando a população com 65 anos de idade ou mais e os menores de 15 anos. Atualmente, são 43,2 crianças de até 14 anos para cada grupo de 100 idosos com 65 anos ou mais. Já em 2022, o índice subirá para 51%, superando os 100% em 2039, o que indicará a o país passará a ter mais idosos do que crianças.

Segundo o IBGE, o Rio Grande do Sul será o primeiro estado que experimentará uma proporção maior de idosos que crianças de até 14 anos, o que deverá ocorrer em 2029. Em 2033, será a vez de Rio de Janeiro e Minas Gerais. Estados mais jovens, como Amazonas e Roraima, continuarão com mais crianças que idosos até 2060, segundo o IBGE.

A taxa de fecundidade também deve continuar caindo no Brasil, segundo o IBGE. Atualmente, é de 1,77 filho para cada mulher. Pela projeção, deverá cair para 1,66 em 2060. Em 2010, estava em 1,75 e chegou a 1,8 em 2015.

A idade média em que as mulheres têm filhos é atualmente de 27,2 anos e, segundo o IBGE, chegará a 28,8 anos em 2060.

Já a projeção para a expectativa de vida do brasileiro ao nascer – atualmente de 72,74 anos para homens e 79,8 anos para mulheres – é alcançar 77,9 anos para homens e 84,23 anos para as mulheres em 2060.

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Mercado de trabalho não reage e 13% dos brasileiros queimam poupança em gastos do dia a dia

Corda no pescoço (Foto: Arte/G1)

 

Embora a parcela de brasileiros que use recursos guardados já tenha sido maior, sobretudo quando a crise econômica estava mais intensa, os últimos meses têm mostrado uma resistência à queda do indicador e até mesmo uma leve piora.

A pesquisa do Ibre/FGV leva em conta todos os tipos de reservas financeiras. Para a caderneta de poupança, os dados do Banco Central até mostram que os valores depositados superaram os saques em R$ 5,6 bilhões no mês de junho.

Os últimos dados do mercado de trabalho frustraram os analistas. A expectativa era de que a economia brasileira cresceria mais neste ano e, consequentemente, a criação de emprego teria uma recuperação mais robusta, aliviando o orçamento das famílias.

No trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou em 12,7% e atingiu 13,2 milhões de pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Números do SPC Brasil também mostram um comportamento parecido com os do Ibre. Em maio, a entidade apurou que 40,5% das pessoas consultadas fizeram uso de reserva financeira para diversas finalidades. Desse total, 4,5% utilizaram as reservas porque ficaram desempregadas e 7,4% porque não tinham dinheiro suficiente para pagar as contas.

 Na compra de item de um maior valor, por exemplo, é natural que se use a reserva. O problema é quando essa reserva para a ser usado constantemente e aí a pessoa tem de partir para o crédito, como tem acontecido com grande parte dos brasileiros:

Faixa de renda Gastam poupança com despesas Estão endividados
Até R$ 2.100 8,2% 15,1%
De R$ 2.100 a R$ 4.800 16,3% 15,5%
De R$ 4.800 a R$ 9.600 15,0% 8,4%
Acima de R$ 9.600 16,1% 3,7%
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Brasil estreia contra a Suíça na Copa 2018

Brasil x Suíça: onde asssistir ao jogo pela Copa do Mundo

Brasil x Suíça se enfrentam neste domingo, às 15h (horário de Brasília), na Rostov Arena, em Rostov-on-Don, pela primeira rodada do Grupo E da Copa do Mundo Rússia 2018. A partida será transmitida por FOX Sports (tv fechada), SporTV (tv fechada) e Rede Globo (tv aberta).

O técnico Tite definiu o time titular após o treinamento da última quinta-feira. Ele repetirá a formação que enfrentou a Áustria, no último amistoso preparativo para o Mundial. Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Coutinho; Willian, Neymar  e Gabriel Jesus. Fred, volante que sofreu lesão após entrada de Casemiro em treino da semana passada, ainda se reabilita separado dos colegas e não foi relacionado para o confronto. Fágner, Renato Augusto e Douglas Costa, que apresentaram problemas físicos durante a preparação, estão recuperados e ficam no banco de reservas.

 

 

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