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Com infestação acima de 10%, Birigui inicia mutirões de limpeza

Agentes comunitários fazem limpeza de áreas com materiais que possam servir de criadouro do mosquito

O resultado do primeiro Liraa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti) de 2018, feito pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Birigui deixou a administração em alerta. O município obteve índice de 10,2%, enquanto o recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de até 1%.

Diante do resultado, a administração programou ações emergenciais de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela. A partir desta quinta-feira (15), diversas ações serão feitas pela Secretaria de Saúde para diminuir o índice de infestação. Os trabalhos foram definidos em reunião entre o CCVZ (Centro de Controle de Vetores e Zoonoses), Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica e ESF (Estratégia Saúde da Família).

Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, além de supervisores, realizarão mutirões nos bairros Residencial Braguim, Parque Residencial Pinheiros, Parque Pinheiros, Jandaia 1 e 2, Jardim Planalto, Residencial Mário Crem dos Santos e Jardim Ypê.

“O índice é preocupante, pois coloca a cidade em risco para surto de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito. Vamos realizar mutirões em todas as áreas com maior concentração de larvas e intensificar outras atividades que são realizadas diariamente. Pedimos à população, nossa principal aliada, que nos ajude nesta luta”, disse o educador de saúde, Marco Antônio Sanchez.

Nos bairros Cidade Jardim e Vila Bandeirantes, áreas com maiores focos de larvas, já houve eliminação de potenciais criadouros do mosquito das residências, estabelecimentos comerciais e terrenos baldios, bem como o trabalho de conscientização dos moradores.

Os mutirões contam com o apoio da secretaria de Serviços Públicos, Água e Esgoto, no recolhimento dos materiais inservíveis retirados dos imóveis. Além dos mutirões, foi intensificado também o monitoramento regular dos pontos estratégicos e imóveis especiais, como escolas, hospitais, ferros-velhos, borracharias, entre outros.

A equipe do IEC (Informação, Educação e Comunicação) mantém os trabalhos educativos nas unidades escolares, visando alertar as crianças sobre os perigos da dengue e demais doenças.

O Liraa se dá pela divisão do número de recipientes encontrados com larvas pela quantidade de imóveis visitados, multiplicado por 100. Conforme o Executivo, os agentes de combate a endemias percorreram 472 quadras, onde foram vistoriados 2.062 imóveis por toda a cidade. Durante o levantamento, foram encontrados 209 criadouros com larvas e, dentre os recipientes flagrados pelos profissionais de saúde nos imóveis estão ralos internos e externos, vasos de plantas, bebedouros de animais, latas, frascos e plásticos utilizáveis, baldes, pneus, lonas, piscinas, entre outros.

A região com maior infestação é a que compreende os bairros Cidade Jardim, Vila Bandeirantes, Bosque da Saúde, Vila Xavier, Jandaia 2 e o Pinheiros, com índice de 13,53%. Na sequência aparecem Distrito Industrial, Novo Parque São Vicente, Vila Isabel Marin, Jardim do Trevo e Vale do Sol, com resultado de 9,39%.

A região dos bairros Quemil, Silvares, Recanto Verde, Portal da Pérola, Santo Antônio e Aeroporto aparece na sequência com 9,32%. Já a área que concentra o Monte Líbano, João Crevelaro, Ivone Alves Palma, Copacabana, Alto do Silvares, Cohab 3, São Braz e Thereza Maria Barbieri, teve índice de 7,85%.

A administração informou que, dentre os fatores que contribuíram para o aumento do índice do Liraa está os “fatores climáticos e ambientais”. De janeiro até o último dia 5, foram registrados quatro casos positivos de dengue e 19 estão sob investigação. Estão sob análise dois casos de chikungunya e um de zika. Não há nenhuma notificação por febre amarela.

Em 2017, Birigui registrou 88 casos positivos de dengue e seis de chikungunya.

Fonte: Folha da Região.

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Se matarem macacos, mosquitos vão atrás de sangue humano

Fotos de corpos de macacos têm se espalhado pela internet desde o aumento, nos últimos meses, dos casos de febre amarela em regiões dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. E muitos desses animais não morreram por causa do vírus: foram executados com pedras, pauladas ou envenenamento. Além de cruel, a medida tem efeito contrário ao imaginado por muitas pessoas: prejudica o combate à doença.

Os macacos são o alvo preferido dos mosquitos silvestres que transmitem a febre amarela, que costumam voar na altura da copa das árvores.

Muitos primatas acabam desenvolvendo a doença e morrem. Ao verificar um volume expressivo de corpos deles em determinada região, autoridades sanitárias e pesquisadores conseguem identificar a presença da febre amarela, traçar o possível trajeto do vírus – conforme os corredores da floresta existente – e planejar ações de imunização das pessoas.

A doença tem tido um impacto tão expressivo na população de macacos da Mata Atlântica que existe o temor, por exemplo, de que todos os bugios desapareçam das florestas do Rio de Janeiro.

Para piorar, os poucos macacos que sobreviveram à febre amarela ou escaparam do vírus estão sendo vítimas da desinformação. Muitas pessoas matam esses animais por acharem que eles são responsáveis pela propagação da doença.

Só este ano, dos 144 macacos mortos recolhidos pela Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses do Rio de Janeiro para testes de febre amarela, 69% foram executados – apresentavam várias fraturas ou veneno no organismo.

Em todo o ano passado, dos 602 animais mortos, 42% foram assassinados, segundo dados do órgão.

Nem o mico-leão-dourado escapou. Corpos de animais dessa espécie, ameaçada de extinção, também foram localizados com sinais de execução.

Mas o que os “caçadores” de macacos não sabem é que, ao contrário de evitar a propagação da febre amarela, matar os bichos expõe os seres humanos a riscos maiores de contrair esse mal grave, que pode matar.

A febre amarela é uma doença infecciosa que é transmitida, no Brasil, principalmente por mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que moram na copa das árvores e têm predileção pelo sangue de primatas.

Depois disso, o organismo passa a produzir anticorpos e a concentração do vírus diminui. Em cerca de dez dias, macacos e seres humanos terão morrido ou se curado da doença, ficando imunes a ela.

Já o mosquito permanece com o vírus da febre amarela para sempre. Eles podem até passar o vírus para os ovos e, consequentemente, para os filhotes que nascerem.

Se muitos macacos começarem a morrer, a tendência é aumentar a chance de contaminação de humanos. Sem ter primatas para picar na copa das árvores, os mosquitos buscarão alimento em outras localidades – e o homem vira a próxima opção como fonte de sangue.

Isso porque o homem é um animal que se assemelha ao macaco. Por isso, naturalmente, se torna alternativa para o mosquito da febre amarela, que buscará instintivamente um bicho geneticamente próximo. O que não significa que outros bichos não possam ser, eventualmente, picados pelos mosquitos silvestres da febre amarela. Há evidências de marsupiais que já foram picados, mas eles não são “receptivos” ao vírus e, portanto, não ficam doentes, nem se tornam hospedeiros.

Nesses casos, o vírus da febre amarela não interage com o material genético da célula hospedeira de outras espécies – todo vírus tem uma “chave”, ou molécula sinalizadora, que só é reconhecida pela “fechadura” (membrana plasmática) de algumas espécies. A “fechadura” varia conforme a espécie.

Suponha que desaparecessem todos os macacos da serra da Cantareira. O mosquito picaria pessoas. Se você diminui a população de macacos, mais gente será picada.

Além de servirem de isca para mosquitos, evitando com isso que mais humanos sejam picados, os macacos alertam para o “trajeto” do vírus pelo país.

Matar macacos significa levar também a morte para a sua família.

Fonte: BBC.

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Falta dentista no bairro Colinas

Em Birigui, moradores do Bairro Colinas sofrem com a falta de dentista no Posto de Saúde, e com isso são obrigados a se deslocar para locais distantes na cidade em busca de atendimento.

A população clama por atendimento no bairro que é praticamente uma cidade.

 

 

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Máfia das ambulâncias em Araçatuba

Enquanto a população sofre nas filas de hospitais, em Araçatuba um funcionário sem nenhuma humanidade fazia dinheiro com fraudes em viagens de ambulância. 37 viagens teriam sido feitas de maneira fraudulenta em menos de dois meses.

Foi descoberto ainda roubo de motores, açúcar no motor, motoristas que receberam para fazer falsas viagens, retirada de rastreador e um prejuízo de mais de R$ 20.000,00 em menos de dois meses (entre outubro e novembro de 2016).

Até o momento ninguém ainda foi punido.

 

 

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Implantes dentários

Um problema de saúde e estético muito grave é o da queda dentária, que deixa a pessoa não só passar por situações constrangedoras na hora de comer em público ou exibir um sorriso, como também afeta sua saúde podendo levar a problemas mais sérios.

Seja por acidentes ou mero descuido com a saúde dental, os dentes perdidos podem ser substituídos por implantes. Para saber mais sobre o tema conversamos com o dentista Dr. Marcelo Germani Vieira que nos explicou melhor como funciona o procedimento de implante dentário:

Substituição de dentadura por prótese fixa com implantes dentários

Etapa Cirúrgica
Os implantes são instalados para substituir a raíz natural 

dos dentes.

Etapa da Prótese:
A prótese é então afixada aos implantes, ocupando o lugar 

dos dentes ausentes, recuperando a função e aparência.

Os implantes podem ser utilizados para fixar coroas em porcelana unitárias, próteses fixas parciais ou de todos os dentes e ainda dentaduras. Com a popularização dos implantes, os tratamentos que antes tinham custo elevado hoje em dia se tornaram muito mais viáveis.

As próteses são muito duráveis, mas pode haver necessidade de trocar a prótese em intervalos de alguns anos. Essa avaliação será feita pelo dentista na sua consulta periódica de check-up.

Outro procedimento é o da carga imediata, que é da reposição imediata dos dentes perdidos:

Centro Odontológico Germani

O que é Carga imediata?

Popularmente conhecido por implante de carga imediata, carga rápida ou implante do mesmo dia, este procedimento de reposição rápida de dentes, tem indicações precisas, e tem um histórico de sucesso e uma grande durabilidade. Consiste basicamente na colocação da prótese(dentes) sobre os implantes imediatamente após a colocação dos mesmos,

Assim, pessoas com pouco tempo podem fazer seu tratamento dentário de forma confortável e rapidamente

Quais são as vantagens da Carga Imediata ?

A carga imediata nem sempre é utilizada em todos os pacientes pois depende de condições específicas e favoráveis do caso. Portanto devemos planejar com critério  de forma a obter o sucesso esperado.

A grande vantagem da carga imediata, é a reposição rápida de um ou mais dentes perdidos, em 2 a 3 dias o paciente já está totalmente reabilitado, sem a necessidade da utilização de próteses provisórias, ou até mesmo de ficar sem os dentes durante um determinado período.

O Dr. Marcelo Germani Vieira é especialista em cirurgia e prótese sobre implante, pós-graduando em periodontia e tem capacitação em cirurgia avançada e carga imediata e atende na R. Siqueira Campos, 298 em Birigui, telefone: (18) 3641-7458
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Hospital do Homem

Essa é uma informação de utilidade pública, ainda mais porque temos muitos amigos e parentes que vivem na região de São Paulo:

O Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 2 milhões na compra de equipamentos de ultrassom, urologia, litotripsia (que destrói o cálculo renal através de ondas de impacto). O Hospital do Homem ocupa uma área de 1,1 mil m².

A unidade reune especialidades médicas como andrologia, patologias da próstata e urologia, além dos núcleos de alta resultabilidade check-up) e de ensino e pesquisa.

O departamento de patologias da próstata é dividido em dois setores:
diagnóstico e tratamento das DST, prostatites (infecções da próstata causadas por bactérias e vírus) e prevenção do HIV e HPV; e tumores,  câncer e hiperplasia benigna da próstata).

Já na área de urologia, o Centro conta com profissionais de nefrologia (hipertensão renovascular e transplante renal), endocrinologia, neurologia (disfunções da vesícula, uretrais e incontinência urinária) e urologias geriátrica e plástica.

fonte: www.terra.com.br

O Hospital do Homem fica no antigo Hospital Brigadeiro em São Paulo.

Contato: Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2.651 – Jd. Paulista – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3289-2421 (11) 3289-2421 (11) 3289-2421 (11) 3289-2421

Utilize porque é nosso dinheiro que foi investido lá, e é nós que o mantemos!

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Surto de conjuntivite

Como todos podemos perceber nos últimos meses, nossa região foi assolada por uma epidemia de conjuntivite, para sabermos mais sobre o tema, fomos conversar com o Dr. Wlamir Pontes que nos deu algumas dicas sobre a doênça:

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Pode atacar os dois olhos, durando de uma semana a quinze dias e não costuma deixar sequelasPodem ser ocasionadas por fatores alérgicos, irritativos ou infecciosos e cada um deles necessita de tratamento específico.

Olho infeccionado com conjuntivite.

 

A forma que está assolando a região é a infecciosa que é A conjuntivite é transmitida de uma pessoa para outra através de contato físico.

Cuidados:
– não passar as mãos nos olhos
– não utilizar a mesma toalha de quem está com a doença
– não deitar em travesseiro onde o doente dorme
– não pegar em copos ou maçanetas que a pessoa infectada tocou

Como evitar:
– lavar bem as mãos
– não colocar as mãos nos olhos

Perigos:
Se não cuidar de forma correta poder virar úlcera que pode levar a cegueira.

Ou seja ao menor sinal ou suspeita a melhor coisa a fazer é procurar um especialista.

Cllínica de olhos, ouvido e garganta.
O Dr. Wlamir Pontes é oftalmologista e atende na Climesp.

 


A Climesp fica na R. Ribeiro de Barros, 126, Centro, Birigui-SP, Tel: 18 3642-4088

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