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Como obter inteligência emocional

Equilíbrio Emocional

Muitas vezes nos concentramos no sucesso profissional e em realizações financeiras e nos esquecemos do bem-estar e da qualidade de vida. Isso pode refletir em outros aspectos, prejudicando nossos objetivos e a própria rotina.

Alcançar o equilíbrio emocional na vida pessoal é um desafio, mas pode ser o segredo para se ter mais produtividade, criatividade e satisfação. Se você quer encontrar essa plenitude, confira algumas dicas que podem ser facilmente aplicadas no dia a dia!

Pense e respire antes de agir

Para começar, parece um pouco simplista, mas pensar antes de agir é o primeiro passo para se atingir o equilíbrio emocional. Procure sempre refletir ao dar uma resposta ou tomar uma decisão e respire fundo antes de resolver conflitos.

Exercite a gratidão com as pessoas e com você mesmo

Agradecer é um exercício. Nem sempre é fácil identificar motivos para ser grato, mas, à medida que você percebe o quanto é importante cultivar a gratidão. Essa transformação começa a ser natural e renovadora para a  sua autoestima e  modifica a sua percepção de si mesmo e do outro.

Você pode estar cercado de pessoas dispostas a te ajudar e nem se dar conta disso. Ser grato não é só ser capaz de dizer obrigado, mas de se abrir para que as pessoas possam oferecer uma mão quando necessário.

Sinta suas emoções sem medo

É possível gastar bem mais energia reprimindo ou escondendo um sentimento, o que acaba refletindo de modo bastante negativo no seu bem-estar. Atingir o equilíbrio emocional também tem a ver com se permitir sentir as emoções na hora certa.

Busque soluções simples

Às vezes, para o problema mais difícil, a solução é a mais simples. Pode ser complicado perceber isso à primeira vista, mas é importante se abrir a todas as possibilidades, para sejam criadas alternativas, novos enfoques, outras maneiras de enfrentar as dificuldades.

Mantenha uma mente positiva

Pode parecer um clichê, mas o pensamento positivo é capaz de grandes feitos, simplesmente por aumentar nossa capacidade de enxergar melhor as possibilidades mais imediatas. Isso, contudo, não quer dizer que se deve fechar os olhos diante dos problemas.

Diante da vida, é preciso manter o foco naquilo que pode ser resolvido de forma objetiva e desembaraçada. Pensar com positividade aumenta as chances de êxito nas suas demandas, traz alívio e conforto sentimental, por ser algo que impulsiona a mente para a tomada de decisões acertadas.

De modo geral, encontrar o equilíbrio emocional na vida pessoal é sinônimo de alcançar a saúde física e mental. Retomar o controle sobre a própria vida e nas relações com os outros exige meditação, autoconhecimento e dedicação. Por isso, não tenha medo de errar, sentir e, muito menos, de recomeçar.

 

Fonte: Bem Zen.

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A pílula anticoncepcional pode mudar a forma do seu corpo

Ilustração corpo de mulher

O ganho de peso é o efeito colateral mais relatado por quem toma pílula combinada – o tipo mais comum, que contém estrogênio e progesterona sintéticos. Mas após décadas de pesquisa, ainda não há evidências conclusivas de que essa seja uma consequência real.

A maior revisão acadêmica realizada até hoje, que examinou 49 estudos sobre a pílula combinada, constatou que “não há nenhum grande efeito evidente”, mas adverte que não foram conduzidas pesquisas suficientes para se ter certeza.

Os pesquisadores descobriram que isso é verdade independentemente do tipo de progesterona presente na pílula combinada. Outros estudos que analisaram pílulas só de progesterona encontraram, de maneira semelhante, poucas evidências sobre o controverso efeito.

Ilustração corpo de mulher e de homem

As pessoas ganham em geral pouco mais de meio quilo a cada ano durante a maior parte de suas vidas, a contar a partir do início da idade adulta – o que, aliás, é quando a maioria das mulheres começa a usar métodos contraceptivos.

Em alguns casos pode ser de fato reconfortante apontar a pílula como “vilã”, em vez de admitir um eventual consumo excessivo de calorias. Embora as revisões de estudos em larga escala não tenham chegado à conclusão de que a pílula engorda, ela pode alterar a forma e a composição do corpo feminino.

Existem três grandes razões para isso, e elas têm a ver com o ganho de massa muscular, retenção de líquidos e acúmulo de gordura.

Para descobrir, estudiosos acompanharam o ciclo menstrual de 65 mulheres saudáveis que tomavam pílula, já tinham usado ou nunca haviam recorrido ao contraceptivo. E constataram não só que quem tomava pílula tinha seios significativamente maiores, mas que eles eram especialmente grandes em determinadas épocas do mês. Aquelas que tinham usado pílula no passado apresentavam um busto de tamanho médio. Parece provável que o tamanho do busto esteja relacionado ao uso do contraceptivo, porque não estava associado a outros fatores – como altura, índice de massa corporal (IMC) ou peso – como nas mulheres que não tomavam pílula.

Fonte: BBC.

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Horário de verão: veja como se adaptar melhor às mudanças sentidas pelo corpo

Horário de verão: mudança de horário afeta principalmente o sono — Foto:  Kevin Grieve on Unsplash

O horário de verão começou ontem em todo o Brasil e muita gente sofre para se adaptar. Quem costuma acordar mais cedo pode ter dificuldade em despertar por ainda estar escuro. Da mesma forma, como o dia fica claro até mais tarde, muitas pessoas têm dificuldade em perceber o passar das horas e demoram para começar a se recolher. Para sofrer menos, é preciso manter a disciplina e tentar não sair da rotina que você já tem diariamente. Ou seja: acordar, fazer atividade física e ir dormir no mesmo horário para permitir que seu corpo se adapte ao novo horário.

É importante estar atento aos horários de atividade que possam causar agitação, já que é comum no horário de verão as pessoas aproveitarem a “hora extra” de claridade e consequentemente irem dormir mais tarde.

É indicado o consumo de abacate e maracujá, frutas que ajudam a ter um sono de melhor qualidade.

Fonte: G1.

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Falta pediatra na Unimed

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Pacientes que procuram a Unimed Birigui, localizada na Avenida João Cernack, no Centro da cidade com bebês e crianças doentes tem relatado a demora no atendimento.
O motivo seria a falta de pediatras para atender os bebês e crianças.
Que tal respeitar a vida dos pequenos e disponibilizar mais médicos? A população agradece.

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Alerta contra o mosquito da Dengue

Período chuvoso facilita proliferação de criadouros para larvar do mosquito Aedes aegypti — Foto: Reprodução/EPTV

Com a volta do período de chuvas, as autoridades de saúde dobram a atenção contra o mosquito Aedes aegypti em cidades da região noroeste paulista, já que as larvas do inseto se multiplicam com água acumulada.

Os ovos do mosquito duram até um ano em recipientes secos e mesmo no período de seca ele se mantém. Com a chuva, ele eclode, vira larva que em poucos dias se transforma no mosquito.

Na primavera, considerada uma estação de transição, a chuva aparece com mais frequência e maior volume. Segundo o Instituto Fiocruz, o combate deve ser redobrado nesta estação.

O calor também é outro fator que favorece a proliferação do mosquito nesta época do ano. De acordo com a Fiocruz, quanto mais possíveis criadouros disponíveis e as temperaturas elevadas, melhor para o Aedes procriar, ou seja, nesta época o desenvolvimento dele acelera.

Cuidado redobrado nessa época do ano: não deixe água parada!

Fone: G1.

 

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Birigui autoriza presença de doula

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O prefeito de Birigui, Cristiano Salmeirão (PTB), sancionou a lei municipal 6.616/2018 que permite a presença de doulas nos partos realizados nas maternidades do município. Ela entrou em vigor no último dia 11, data em que foi publicada no Diário Oficial.

A partir de agora, hospitais públicos e privados serão obrigados a permitir a presença dessas profissionais durante todo o processo de trabalho de parto e pós-parto.

Por meio da nova legislação, além de um acompanhante  a gestante terá o direito de levar para o parto no hospital, a sua doula. A profissional poderá realizar procedimentos com seus instrumentos de trabalho, porém, será proibida de dar diagnósticos, cuja função é restrita aos profissionais da saúde, ainda que ela tenha formação na área.

 

Fonte: Folha da Região.

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Qual a melhor posição para dormir, segundo a ciência

Dormir  do lado esquerdo proporciona um descanso maior e facilita o funcionamento do nosso organismo melhor do que dormir de bruços, o que pode dificultar a respiração, ou de barriga para cima, o que joga o peso do corpo sobre as costas, por exemplo. Beneficia a drenagem linfática do sistema nervoso central, garante um estudo realizado na Universidade de Stony Brook e na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos.

Essa posição favorece a eliminação do excesso de proteínas, vitaminas, gorduras e resíduos, como os depósitos de proteínas beta-amilóides, altamente nocivos à saúde.

Essa função ajuda a manter constante o volume e a pressão sanguínea, assim como o melhor funcionamento do sistema imunológico.

Uma drenagem linfática deficiente pode levar a transtornos neurológicos, como a esclerose múltipla.

2. Melhora a circulação sanguínea

Nosso coração está do lado esquerdo do corpo, e dormir dessa forma impede a obstrução da artéria aorta, que bombeia sangue para o resto do sistema sanguíneo,

3. Facilita a digestão

O estômago e intestinos grosso e delgado estão ligeiramente inclinados à esquerda. Então, deitar-se sobre esse lado do corpo faz com que os alimentos passem por esses órgãos mais facilmente.

4. Alivia o peso sobre a coluna vertebral

A coluna fica mais alinhada do que quando você se deita de costas ou de bruços. Além disso, evita-se que todo o peso do corpo recaia sobre as costas e, é recomendável para grávidas, já que assim o bebê não pressiona a veia cava, e o sangue circula melhor, fazendo chegar à placenta os nutrientes necessários.

Mulher grávida dormindo

 

Fonte: BBC.

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Número de mosquito da dengue diminui em Birigui

A média de infestação do mosquito Aedes aegypti em Birigui caiu de 6,9% para 0,9% em dois meses. É o que aponta o resultado do terceiro Liraa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti) realizado neste ano Secretaria Municipal de Saúde.

O índice é considerado de baixo risco, ficando abaixo de 1%, que é o preconizado pelo Ministério da Saúde. No Liraa realizado em janeiro, o índice chegou a 10,2%, caindo para 6,9% no levantamento feito em abril.
O terceiro Liraa foi realizado de 2 a 19 deste mês pelos agentes de combate a endemias do CCVZ (Centro de Controle de Vetores e Zoonoses), que percorreram 480 quadras e fizeram a vistoria em 2.253 imóveis da cidade.

A cidade foi dividida em quatro áreas. A área 1, que concentra os bairros da região do Monte Líbano, João Crevelaro, Copacabana, Ivone Alves Palma, Copacabana, Alto do Silvares, Cohab 3, São Braz e Thereza Maria Barbieri, o índice foi de 0,71%. A área 2 que abrange a região do Cidade Jardim, Vila Bandeirantes, Bosque da Saúde, Vila Xavier, Jandaia 2 e Pinheiros teve índice de 1,23%.

Na área 3, que compreende a região dos bairros Distrito Industrial, Novo Parque São Vicente, Vila Isabel Marin, Jardim do Trevo e Vale do Sol, o resultado foi de 1,12%. Já nos bairros da área 4, como Quemil, Silvares, Recanto Verde, Tijuca, Portal da Pérola 1 e 2, Santo Antonio e Jardim Aeroporto, o índice foi de 0,68%.

Durante o período, foram encontrados 21 criadouros com larvas em vasos sanitários, ralos internos e externos, prato de vaso, garrafas retornáveis, bebedouros de animais, entre outros.

 

Fonte: Folha da Região.

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1 em cada 4 brasileiros terá mais de 65 anos em 2060, aponta IBGE

A população brasileira está em trajetória de envelhecimento e, até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso. É o que aponta projeção divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, a fatia de pessoas com mais de 65 anos alcançará 15% da população já em 2034, ultrapassando a barreira de 20% em 2046. Em 2010, estava em 7,3%.

A pesquisa mostra que em 2039 o número de idosos com mais de 65 anos superará o de crianças de até 14 anos, o que acelerará a trajetória de envelhecimento da população. Atualmente, a população com até 14 anos representa 21,3% dos brasileiros e cairá para 14,7% até 2060, segundo o IBGE.

Já a faixa entre 15 e 64 anos, que hoje responde por 69,4% da população, cairá para 59,8% em 2060.

IBGE: projeção da população brasileira (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)IBGE: projeção da população brasileira (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)

IBGE: projeção da população brasileira (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)

Idade média é de 32,6 anos

Atualmente, a idade média da população brasileira é de 32,6 anos. Em 2010, era de 29,2 anos. Pelas projeções do IBGE, em 2037 já estará acima de 40 anos, chegando a 45,6 anos em 2060.

Hoje, para cada 100 pessoas em idade para trabalhar, há 44 indivíduos menores de 15 anos ou maiores de 64 – patamar maior que o de outros emergentes como China (37,7) e Rússia (43,5), mas ainda bem abaixo ao de países desenvolvidos e com elevado percentual de idosos como Japão (64) e França (59,2).

O estudo mostra que também é possível medir o envelhecimento populacional comparando a população com 65 anos de idade ou mais e os menores de 15 anos. Atualmente, são 43,2 crianças de até 14 anos para cada grupo de 100 idosos com 65 anos ou mais. Já em 2022, o índice subirá para 51%, superando os 100% em 2039, o que indicará a o país passará a ter mais idosos do que crianças.

Segundo o IBGE, o Rio Grande do Sul será o primeiro estado que experimentará uma proporção maior de idosos que crianças de até 14 anos, o que deverá ocorrer em 2029. Em 2033, será a vez de Rio de Janeiro e Minas Gerais. Estados mais jovens, como Amazonas e Roraima, continuarão com mais crianças que idosos até 2060, segundo o IBGE.

A taxa de fecundidade também deve continuar caindo no Brasil, segundo o IBGE. Atualmente, é de 1,77 filho para cada mulher. Pela projeção, deverá cair para 1,66 em 2060. Em 2010, estava em 1,75 e chegou a 1,8 em 2015.

A idade média em que as mulheres têm filhos é atualmente de 27,2 anos e, segundo o IBGE, chegará a 28,8 anos em 2060.

Já a projeção para a expectativa de vida do brasileiro ao nascer – atualmente de 72,74 anos para homens e 79,8 anos para mulheres – é alcançar 77,9 anos para homens e 84,23 anos para as mulheres em 2060.

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Dormir tem função antioxidante, aponta estudo

 

Sono

Um novo estudo, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Columbia, de Nova York, e publicado nesta quinta-feira pela revista PLOS Biology, traz uma conclusão sobre o sono: dormir tem um efeito antioxidante no organismo.

Para chegar aos resultados, os cientistas utilizaram uma variedade mutante da drosófila, a mosca-da-fruta, adaptada justamente para ter sono mais curto do que o normal – mantendo de modo intacto seus ritmos circadianos, no entanto. E encontraram novas evidências de como a falta de sono traz efeitos negativos para a saúde.

A conclusão foi que a privação do sono faz com que os animais tenham uma sensibilidade maior ao estresse oxidativo agudo – ou seja, uma noite bem dormida tem propriedades antioxidantes.

Para os pesquisadores, o entendimento da relação entre dormir e o estresse oxidativo pode ser um passo importante na compreensão de doenças humanas modernas – de distúrbios do sono a doenças neurodegenerativas.

“A maior parte dos animais dorme. Os seres humanos dormem quase um terço de suas vidas. E ainda hoje as funções fundamentais do sono permanecem desconhecidas”, afirma a pesquisadora Vanessa Hill, do Departamento de Genética da Universidade de Columbia, uma das autoras do estudo. “Utilizamos a drosófila de sono curto para descobrir o papel do sono na resistência ao estresse oxidativo. E observamos que quanto mais aumentávamos o tempo de sono das moscas, maior era essa resistência.”

Mosca-da-fruta

 

É uma relação intrigante: o estresse oxidativo desencandeia o sono, que então age como antioxidante tanto para o corpo como para o cérebro.

O estudo indica que, se há uma correlação entre os distúrbios do sono e tais doenças, a perda de sono pode tornar os indivíduos mais sensíveis ao estresse oxidativo e, consequentemente, às patologias. E o inverso também seria verdadeiro: o rompimento patológico da resposta antioxidante levaria à perda do sono. Um ciclo vicioso.

Homem insone

De acordo com um levantamento realizado pela empresa Philips no início deste ano, 72% dos brasileiros sofrem de doenças relacionados ao sono. A mesma pesquisa foi realizados em outros 12 países – a média da América Latina é de 75%, com os mexicanos em pior situação (88%) e os argentinos, em melhor (64%).

Os principais problemas relatados são insônia, ronco, apneia (respiração que para e volta durante o sono) e a narcolepsia (sono súbito e inconsolável). Segundo a pesquisa, as causas apontadas para a dificuldade de dormir são preocupações financeiras, uso de tecnologias como o celular na cama e estresse decorrente de questões de trabalho.

De acordo com o Instituto do Sono, de São Paulo, ter horários regulares para dormir é um primeiro passo para conseguir ter uma boa noite de sono.  Álcool e café próximo ao horário de dormir são desaconselhados. Também é recomendável jantar moderadamente, e sempre no mesmo horário.

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