Arquivo do autor:Tina Formiga

Fatura de água e esgoto muda em janeiro e passa a aceitar PIX

Novo modelo segue padronização nacional do setor de saneamento e não terá custo adicional ao consumidor
Novo modelo segue padronização nacional do setor de saneamento e não terá custo adicional ao consumidor

A fatura dos serviços de água e esgoto da GS Inima Samar passará por mudanças a partir de janeiro de 2026 em Araçatuba. O documento terá novo layout, formato maior e contará com a opção de pagamento via PIX, por meio de QR Code. Segundo a concessionária, a alteração não gera custos adicionais aos consumidores.

De acordo com a empresa, a mudança atende às diretrizes da Reforma Tributária do Consumo e segue uma padronização nacional do setor de saneamento. A partir deste mês, os consumidores começarão a receber a nova fatura, denominada Documento Auxiliar da Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica (Danfe-AG), que corresponde à versão impressa da Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica (NFAg).

Com o novo modelo, a fatura passa a apresentar mais informações detalhadas sobre valores e tributos. Ao longo de 2026, o documento também contará com um QR Code e uma chave de acesso para consulta da nota fiscal eletrônica, que terá validade jurídica garantida por assinatura digital e autorização da Secretaria da Fazenda (Sefaz).

Ainda conforme a GS Inima Samar, a Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica poderá ser emitida em contingência em casos de falhas técnicas que impeçam a geração do documento pelos sistemas oficiais da Receita. A empresa afirma que o novo formato busca oferecer mais segurança contra fraudes, além de facilitar a consulta e garantir integração com os sistemas fiscais.

A concessionária informou ainda que a mudança será automática, mas recomenda que os clientes mantenham seus dados cadastrais atualizados. Agentes comerciais estão distribuindo folders informativos nas unidades consumidoras para orientar sobre as alterações.

Em caso de dúvidas, os consumidores podem entrar em contato com a GS Inima Samar pelo telefone 0800 770 22 95 ou pelo WhatsApp (11) 95020-6424.:folha da região

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Equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio, diz ministro

Ministro da Defesa venezuelano rechaçou ataque dos EUA
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
Publicado em 04/01/2026 – 15:49
Brasília
Venezuela’s President Nicolas Maduro, his wife Cilia Flores, Defence Minister Vladimir Padrino Lopez and Vice President Delcy Rodriguez attend a year-end salutation to military forces in La Guaira, Venezuela December 28, 2025. Miraflores Palace/Handout via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY.
© Miraflores Palace
Versão em áudio

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse neste domingo (4) que boa parte da equipe de segurança de Nicolas Maduro foi morta “a sangue frio” durante o ataque perpetrado pelos Estados Unidos, no sábado (3), que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro. 

“Soldados, soldadas e cidadãos inocentes”, disse Padrino, sem citar nomes ou números específicos. A declaração foi feita em vídeo, em que o ministro aparece acompanhado de membros das Forças Armadas do país.

Ao ler um comunicado oficial, Padrino rechaçou a intervenção norte-americana no país e exigiu a liberação de Maduro, que está detido em Nova York, sob acusação de narcoterrorismo.

No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.

O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.

O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.:agencia Brasil

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Morre um dos locutores mais antigos de Birigui Luiz Mario Sabioni

foto publica

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