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Idosa é encontrada morta e violentada dentro de casa

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Uma idosa de 84 anos foi encontrada morta e com sinais de violência sexual dentro da casa dela, na manhã de ontem 09 de setembro de 2018, no bairro Vila Mendonça em Araçatuba (SP).

De acordo com informações da polícia, ela morava sozinha e o corpo foi encontrado por sobrinhos que foram visitá-la. A polícia ainda não sabe a causa da morte da idosa.

A polícia acredita que se trata de um latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Isso porque a bolsa dela, com documentos e dinheiro, foi levada pelo autor do crime. O local passou por perícia e o corpo da idosa encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) da cidade.

É preciso punição severa contra estupradores, esses homens não podem jamais ser soltos. É preciso punir o crime contra as mulheres. Uma senhora de 84 que estava dentro de casa foi violentada e morta. Não é porque estava na rua, não é porque estava de roupa curta, não é porque estava na rua pedindo, é porque o criminoso é criminoso. A sociedade precisa ensinar os homens a não violar as mulheres nunca e a punir os culpados de maneira severa.

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Tarado que andava solto mesmo após denúncias, apanha de mulheres

Homem foi detido após ser espancado por passageiras em ônibus de Praia Grande, SP (Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau)

Mulheres reagiram a um tardado de 30 anos que vive em liberdade assediando mulheres na Praia Grande. A Polícia fica liberando este tipo de homem que depois mata e estrupa as mulheres. Homem que se masturba em público e assedia mulheres deveria ser preso e não solto.

Como a polícia não tem feito nada para defender a população, foram os próprios passageiros do Circular 17 que notaram quando o homem praticava o ato obsceno na frente de várias mulheres. Elas alertaram o motorista, que parou o veículo para aguardar a chegada de uma equipe da Polícia Militar para detê-lo, que depois acabou soltando o criminoso.

Uma das passageiras relatou que o homem olhava de maneira fixa para ela, até que abaixou a calça. Quando ele se levantou para sentar ao lado da vítima, a mulher começou a gritar pedindo ajuda às outras pessoas e ao condutor. Como a polícia demorou para chegar, as mulheres que estavam no coletivo passaram a se defender e a bater no tarado, exemplo que deveria ser seguido em todo o país.

As autoridades chegaram em seguida, o detiveram em flagrante e o encaminharam ao hospital por conta dos ferimentos. Após ser tratado com dinheiro público, ele foi indiciado por ato obsceno, assinou um termo circunstanciado e foi liberado para responder em liberdade.

Mulheres informaram aos policiais militares que ele já havia se masturbado outras vezes no mesmo coletivo, e que já era conhecido por moradores da cidade por conta do mesmo ato. A polícia segue investigando o caso, após deixar o acusado livre para voltar a atacar.

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Noruega: um país rico controlado por mulheres

O poder político da Noruega é controlado por mulheres. Elas ocupam os cargos de primeiro-ministro, ministro da fazenda, ministro de relações exteriores e porta-voz do parlamento.

“Não é uma conspiração feminina”, garantiu a primeira ministra Erna Solberg.

Mesmo para os ótimos padrões escandinavos de igualdade de gênero, a Noruega se destaca quando se fala em cenário político (o cenário para as mulheres não é tão bom no mundo dos negócios). Então quais problemas de gênero preocupam esses políticos?

“Um desafio dos países escandinavos é evitar acabar com uma grande massa de rapazes que não encontram um sentido para viver, sem esperanças de ter um emprego”, disse Solberg em uma entrevista em Oslo.

De acordo com o governo, rapazes precisam de mais atenção política para evitar um retrocesso, de acordo com a primeira-ministra. Na Universidade de Oslo, 57% dos alunos de doutorado do último ano são mulheres. O risco dos homens não se aperfeiçoarem tanto faz com que sejam mais vulneráveis a perder seus empregos para a automação.

“Essa é a situação que vemos acontecer para jovens brancos que não só odeiam muçulmanos e imigrantes como também não gostam de mulheres, pelo menos não daquelas que eles não conseguem manter para si”, disse Solberg.

A ministra de relações exteriores Ine Eriksen Soreide diz que o problema apontado por Erna é mundial. “Vários países vulneráveis têm taxas altas de desemprego entre os jovens, e a maioria deles são homens”.

Tone Troen, a nova porta-voz do parlamento norueguês, diz estar confiante que a próxima geração terá soluções melhores. Mas “é importante que meninos e meninas façam escolhas não tradicionais quando falamos de educação”, ela diz.

#MeToo
Homens ainda têm poder na Noruega. Eles têm a maioria das posições executivas em empresas, coordenam o banco central e o fundo soberano do país (de US$ 1 trilhão, o maior do mundo). Enquanto a Noruega só é vencida pela Suécia em termos de pagamento igualitário, homens ainda recebem 7% a mais que mulheres, na média.

Como o resto do mundo, a Noruega também foi balançada pelo movimento #MeToo, que revelou uma série de casos de má-conduta tanto na política como nos negócios, incluindo casos no partido de Solberg, o Partido Conservador. O vice-presidente do maior partido da oposição chegou a renunciar por causa dessas denúncias.

“O limite do aceitável mudou”, disse Eriksen Soreide. “Essa é provavelmente uma das vitórias mais importantes”. Mas atingir uma igualdade completa ainda vai levar “muito tempo”, ela diz. Solberg brinca que pode acontecer somente em “2072”.

Antes de se tornar ministra de relações exteriores, Eriksen Soreide foi ministra da defesa, seguindo os passos de uma longa lista de mulheres que lideraram o departamento. Ela costumava receber perguntas de jovens meninas se homens podiam se candidatar ao cargo. “Isso diz algo sobre nossas perspectivas”, ela conta.

O ministério da defesa da Noruega é atualmente ocupado por um homem.


Ao centro, a primeira-ministra Erna Solberg. À esquerda dela, Tone Troen, porta-voz no Parlamento, e, à direita, Ine Erikse, ministra de relações exteriores.

 

Fonte: Gazeta do Povo.

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Dia internacional da mulher não é frescura.


Motivos para a mobilização não faltam. No ritmo atual, levará cem anos para acabar com a disparidade entre homens e mulheres, de acordo com dados do Fórum Econômico Mundial. Um século para alcançar a igualdade de gênero no trabalho, na política, no acesso à educação, na distribuição das tarefas domésticas. Dados que, junto com a pandemia de violência contra as mulheres, estimulam um movimento mundial contra a discriminação e o machismo que nesta quinta-feira, 8 de março, às ruas. É o ano da ressaca do #Metoo, que mostrou a muitos o flagelo do machismo, mas que também revigorou os movimentos das mulheres.

Mais de 170 países convocaram mobilizações no Dia Internacional da Mulher. Alguns, como Croácia e Turquia, planejam manifestações de massa. Na Espanha, as organizações de mulheres e alguns sindicatos convocaram legalmente uma inédita greve geral de 24 horas, que o movimento feminista pede que apenas as mulheres cruzem os braços para que sua ausência seja visível. Em outros países, como a Argentina, haverá paralisações totais ou parciais em alguns setores. Até as organizações iranianas convocaram uma manifestação, apesar das proibições.

A cada 10 minutos uma mulher é assassinada pelo parceiro ou ex-parceiro no mundo. Uma realidade aterradora que na América Latina, com uma taxa altíssima de feminicídios, é ainda mais grave. O movimento feminista está ganhando cada vez mais força na região; greves e manifestações foram convocadas — mais ou menos maciças — em quase todos os países.

Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, de acordo com as estatísticas. A desigualdade está muito enraizada no país, pois apesar de as mulheres terem um nível educacional mais alto, elas ganham, em média, 76,5% do salário masculino, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para erradicar essa disparidade, as organizações chamaram manifestações em mais de 50 cidades e, embora o lema da mobilização seja “Greve em 8 de março”, não são esperadas paralisações importantes, pelo menos nos serviços públicos e nos principais setores produtivos. Gritarão pela igualdade no trabalho, mas acima de tudo “pela vida das mulheres”, em homenagem às de milhares de mulheres que morrem a cada ano em consequência de abortos clandestinos. O direito ao aborto é uma das maiores bandeiras femininas em países do terceiro mundo, onde o machismo ainda impera como no caso do Brasil.

Fonte: El País.

 

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