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Guarda-chuva apenas para Putin durante premiação da Copa

Putin é o primeiro a receber guarda-chuva durante premiação da Copa 

Durante a cerimônia de premiação da Copa do Mundo da Rússia, seguranças precisaram entrar em cena com guarda-chuvas para proteger as autoridades que estavam no local, entre elas, Vladimir Putin, Emmanuel Macron e Kolinda Grabar-Kitarovic.

Porém, a cena acabou revoltando os torcedores que acompanham a partida, já que o presidente da Rússia, Vladimir Putin,  foi o primeiro a ser protegido pelo guarda-chuva e, por alguns minutos, o único. Em seguida, apenas Kolinda Grabar-Kitarovic ficou debaixo d’água. “Falha tremenda da Fifa. E porque não machista. Putin com guarda-chuva de imediato; depois de muito tempo o Macron da França. A Presidente da Croácia só viu o guarda-chuva depois de encharcada e depois dos homens”, comentou um dos internautas no Twitter.

A Rússia poderia ter investido em algum tipo de tenda móvel para a premiação, o que seria fácil, barato e de acordo com as expectativas climáticas para a data. Faltou planejamento.

Em campo, a vitória da França sobre a Croácia por 4 a 2, na final da Copa do Mundo da Rússia, neste domingo, colocou os franceses em um novo patamar no futebol mundial. O time entra agora em clube seleto e qualificado dos bicampeões mundiais, ao lado de Argentina e Uruguai.

 

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Jogadores brasileiros se unem em campanha contra o abuso sexual no futebol

Rodrigo Caio, zagueiro do São Paulo, integra campanha contra abuso sexual no futebol. DIVULGAÇÃO

Pela primeira vez no Brasil, jogadores se mobilizaram para falar publicamente sobre um tipo de violência comum, porém tratado como tabu no futebol. Em campanha do Sindicato de Atletas de São Paulo, 33 atletas e ex-profissionais, entre eles Edu Dracena e Moisés (Palmeiras), Rodrigo Caio e Diego Lugano (São Paulo), Felipe (Porto-POR),  Cicinho (Brasiliense) e Giovanni, ídolo do Santos na década de noventa, fazem um alerta sobre assédio sexual e abuso sexual de ciranças e adolescentes em categorias de base. Um vídeo com depoimentos dos jogadores e a hashtag#chegadeabuso é o primeiro passo da campanha, que deve se desdobrar em ações preventivas nos clubes ao longo do ano.

Idealizador da campanha, o ex-goleiro Alê Montrimas já revelou ter sido assediado por técnicos, preparadores e dirigentes durante sua carreira. No ano passado, ele ministrou 40 palestras em equipes infantis e escolinhas, alertando garotos sobre as armadilhas que podem encontrar no caminho até se tornarem estrelas da bola. Entende ser importante, nesse momento em que estrelas do cinema e da televisão se expõem ao denunciar abusadores, mostrar que o aliciamento para fins sexuais também é uma rotina na formação de atletas do esporte mais popular do país. “O mundo inteiro está falando sobre assédio e abuso sexual”, afirma Montrimas. “O objetivo da campanha é sensibilizar pessoas que não são do meio. Até porque, quem conhece minimamente o futebol, sabe que a violência sexual contra jovens jogadores é uma realidade.”

Não há dados oficiais sobre casos de abuso sexual no futebol brasileiro. Um levantamento do EL PAÍS com base em processos na Justiça (veja o mapa abaixo) registra pelo menos 111 ocorrências desde 2011. Especialistas em direitos infantojuvenis avaliam que o número seja bem maior, já que no Brasil apenas 7% dos episódios de violência sexual contra crianças e adolescentes são denunciados. Em 2014, às vésperas da Copa do Mundo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) firmou um pacto com a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em que se comprometia a adotar 10 medidas para evitar abusos sexuais e o tráfico de jovens jogadores em categorias de base e escolinhas. No entanto, quase quatro anos depois da assinatura do acordo pelo então presidente da entidade, José Maria Marin, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados concluiu que a CBF efetivou parcialmente apenas duas medidas sugeridas pela CPI.

Fonte: El Pais.

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Idi de Paula é o novo preparador do Bandeirante

Idi de Paulo (dir.) com o presidente do BEC, Celso Luiz Aguiar, que promete 'profissionais de excelência' neste ano

Idi de Paulo (dir.) com o presidente do BEC, Celso Luiz Aguiar, que promete ‘profissionais de excelência’ neste ano

O Bandeirante anunciou nesta quinta-feira (14) a contratação de Idi de Paulo como preparador físico do time que vai disputar o Campeonato Paulista da Segunda Divisão neste ano. De acordo com a assessoria do Leão, o profissional tem 61 anos e é morador de Birigui. Ele iniciou a carreira esportiva em 1975, quando passou a representar a cidade no atletismo: competia nas provas de lançamento de disco e arremesso de peso. Deixou a modalidade em 2002.

Idi, então, passou a trabalhar como técnico de atletismo e foi coordenador da unidade do Sesi local por 35 anos. O preparador é graduado em educação física e pós-graduado em NBA (gestão e negócio) e em marketing e propaganda, além de estudar atualmente em um curso de pedagogia do esporte. Será a sua segunda passagem pelo Bandeirante, já que foi preparador físico do BEC em 2016.

Para Idi, trabalhar no Tricolor será iniciar uma nova etapa de desafios. “Esperamos fazer um bom trabalho para que o time possa subir para a Série A-3”, disse. “Para mim, particularmente, será mais uma nova experiência”. O presidente do Bandeirante, Celso Luiz Aguiar, garante que a comissão técnica bandeirantina contará, em 2018, com profissionais de excelência.

Além do Bandeirante, a região será representada na Segundona deste ano apenas pelo Andradina, que volta ao futebol profissional depois de 20 anos e jogará a competição com o CNPJ do Atlético Araçatuba. O presidente do Tigrão, Nei Giron, alegou que a migração foi inevitável porque não recebeu apoio da Prefeitura. A AEA, mais uma vez, também ficou de fora do campeonato.

A edição deste ano da Segundona reunirá 40 equipes, 11 a mais do que no ano anterior. O Foguete Noroestino está no grupo 1, juntamente com Santacruzense, Assisense, Grêmio Prudente, Osvaldo Cruz, Talentos 10, Tupã e Vocem de Assis.

O Bandeirante integra o grupo 2, que tem ainda América de Rio Preto, Inter de Bebedouro, Catanduva, Taquaritinga, Fernandópolis, Catanduvense e José Bonifácio. O Andradina estreia em 8 de abril, em casa, contra o Osvaldo Cruz. O BEC, na mesma data, vai a Taquaritinga.

Fone: Folha da Região.

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