Arquivos da categoria: Região

Parque do povo abandonado

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Em Birigui, como todos sabem, há poucas opções de lazer público, e uma delas é o Parque do Povo, que infelizmente está bem maltratado:
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As fotos desta matéria foram tiradas nesta semana e mostram aparelhos quebrados ou ausentes.
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Falta segurança para cuidar do local e também manutenção.

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Os biriguienses também sugerem a plantação de árvores e flores no local, já que não há paisagismo e as árvores ainda diminuiriam a sensação de calor no local, além de permitir práticas desportivas como slackline e lenço.

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Finados revela cemitérios abandonados

conso2Em Birigui, o dia de Finados, ontem (02/11/2014) revelou para aqueles que foram visitar o descanso de seus entes queridos, cemitérios mal cuidados e Deus dára.

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Falta árvores e cuidados no Cemitério da Consolação.

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No Cemitério da Consolação há paredes que há anos precisam de reformas.

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No Cemitério da Saudades, assim como no da Consolação vazamentos nas torneiras ainda são uma constante.
IMG0925AOs buracos ao redor do Cemitério das Saudades dificultam a locomoção. Os cidadãos pagam por um lote para dar paz aos entes queridos e recebem descaso em troca.

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O dia de Finados é uma forma de homenagear aqueles que já partiram, de lembrar a convivência e rezar. O município deveria ter mais consideração pelos nossos ancestrais cuidando melhor de nossos cemitérios.

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Buracos perto da Av. João Cernack assustam em Birigui

As fotos tiradas por nossa repórter são de uma rua de Birigui que fica atrás do Corpo de Bombeiros,   perto da Av. João Cernak:

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Este  buraco esta cada dia  maior. Já taparam várias  vezes, a população se pergunta se  com areia  ou terra, porque sempre volta e cada vez maior.

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Os munícipes temam que algo pior possa acontecer. Esperamos  que a prefeitura resolva a situação,  afinal o povo paga impostos  e se pergunta onde está sendo investido o dinheiro.

Fazer a manutenção das ruas e bens públicos é obrigação da prefeitura.

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A madeira na construção civil

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A madeira é um dos materiais de utilização mais antiga nas construções, foi utilizada por todo o mundo, quer nas civilizações primitivas, quer nas desenvolvidas, no oriente ou ocidente. Com a revolução industrial a Inglaterra, como grande potência impõe a arquitetura em metal.

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A madeira não oxida. O metal quando é sujeito a altas temperaturas pela ocorrência de fogo deforma-se, perdendo a função estrutural.  A madeira na natureza já desempenha uma função estrutural. Depois de serrada, quando utilizada como estrutura de uma edificação ela funciona como um elemento pré-moldado, de fácil montagem e que não passou pôr processos de fabricação que determinem sua resistência. O que determina a resistência da madeira é apenas a sua espécie.

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Os arqueólogos estão constantemente  encontrando peças antigas ainda existentes em madeira tais como: sarcófagos, embarcações, esculturas, utensílios domésticos, armas, instrumentos musicais, elementos de construções, etc. Em Kyoto no Japão podemos encontrar templos milenares construídos com estrutura de madeira.

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A madeira se torna um opção sustentável, econômica, durável e de grande elegância para a construção civil.

Em Birigui, a Bela Vista Madeireira, traz qualidade e variedade para quem busca madeiras.

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Com atendimento personalizado, a Bela Vista Madeireira, fica na Rua Consolação, 191, Vila Bandeirantes, em Birigui.

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Seca aumenta na Cantareira e crise assusta

O nível do Sistema Cantareira – principal manancial de São Paulo – baixou de 4,8% da capacidade desse domingo (12/10) para 4,7% nesta segunda-feira (13/10). Esse é o novo recorde de redução, segundo a Companhia de Saneamento e Abastecimento do Estado de São Paulo (Sabesp). A crise hídrica deve continuar, pois não há previsão de chuva significativa para os próximos dez dias, em toda a Região Sudeste, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec).
Há um ano, o sistema operava com 39% da capacidade e os reservatórios contavam com um volume acumulado de chuva de 53,8 milímetros. Nesses primeiros 13 dias de outubro, o número está em  0,4 milímetro.
Apesar de não ser tão crítica quanto à do Cantareira, a situação hídrica dos demais sistemas de abastecimento de São Paulo também enfrentam diminuição de volumes. No Alto Tietê, o nível está em 10,5% ante 46,9%, registrados há um ano. Também em 12 meses, caíram de forma expressiva as reservas existentes nos sistemas Guarapiranga (de 77,3% para 46,9%), Alto Cotia (de 86,3% para 32,8%), Rio Grande (de 93,7% para 74,3%) e Rio Claro (de 90,8% para 54,3%).

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Por enquanto, o uso da reserva técnica tem permitido garantir o abastecimento para a maioria das 6,5 milhões de pessoas que dependem do Sistema Cantareira. Porém, na cidade de Itu, distante cerca de 75 quilômetros da capital paulista, a crise no fornecimento de água provocou um protesto no início da noite de ontem (12/10).
Segundo a Polícia Militar, os manifestantes interditaram a Rodovia Waldomiro Correia de Camargo (SP-79), nos dois sentidos próximo ao bairro Cidade Nova. Eles atearam fogo a pneus e ônibus. Quando os bombeiros e policiais chegaram ao local, foram recebidos com rojões e pedradas, mas conseguiram acabar com o tumulto. Ninguém foi preso e não há o registro de feridos.

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O manancial de São Miguel, que abastece a região, está praticamente sem reserva, com vazão inferior a 40 litros por segundo, explica a nota. Em razão disso, em caráter emergencial, caminhões-pipa fazem o abastecimento noturno de creches, escolas, unidades de saúde e outros prédios públicos. Esse recurso foi estendido ainda para o caso de consumidores idosos e doentes cadastrados.

Muitos acusam a má gestão e falta de uma política tanto de educação quanto de racionamento em relação a água por parte do Governador Geraldo Alckmin, que devido as eleições teria se preocupado mais com a eleição do que com a crise da água, que agora já dá sinais alarmantes.

Fonte: Correio Braziliense

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Dicas para evitar o desperdício de água

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Mesmo com as chuvas, os rios que abastecem São Paulo e boa parte do Brasil, devem continuar muito abaixo do nível, e mais do que nunca se faz necessário economizar água, abaixo você confere alguns gestos simples que coletivamente podem impedir o racionamento:

– Não lave calçadas em hipótese alguma, apenas varra.

– Junte louças na pia e as lave de uma vez, sem deixar a torneira aberta enquanto ensaboa.

– Não são necessários três banhos por dia, como muita gente faz. Um é suficiente, em casos de atividades físicas intensas, tome o segundo. Cada banho não necessita ultrapassar 10 minutos.

– Ao escovar os dentes, feche a torneira.

– Uma opção é só utilizar a descarga para o número dois para quem mora sozinho.

– Não lave a casa. Balde e pano limpam de maneira adequada e evitam o desgate dos móveis expostos a água.

– Não deixe crianças brincarem com mangueira, a água é preciosa e está em falta.

– Estanque qualquer vazamento em sua residência.

– Junte o volume máximo de roupas para a sua máquina de lavar e aproveite a água da máquina para por exemplo realizar a limpeza da casa.

Gestos simples que aumentam a possibilidade de termos água por mais tempo.

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Juro para pessoa física cai

Pela primeira vez este ano, o juro bancário cobrado pelos bancos das pessoas físicas, nas operações com recursos livres (tirando crédito rural, habitacional e do BNDES) teve queda em agosto, segundo o Banco Central. No mês passado, a taxa média nas operações com recursos livres caiu para 43,1%, depois de marcar 43,2% em julho.

Houve queda também na taxa de juros média das operações com empresas, que passou de 23,1% ao ano em julho para 22,8% ao ano em agosto. A taxa de todas as operações (pessoas físicas e jurídicas), ainda com recursos livres, recuou de 32,3% ao ano em julho para 32,2% ao ano em agosto.

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Desde março deste ano, quando o BC deu as primeiras sinalizações que poderia interromper o processo de alta dos juros básicos da economia, já houve reflexo na taxa de captação dos bancos (quanto as instituições pagam pelos recursos).

O início do processo de redução das taxas de juros bancários em agosto deste ano, três meses após o fim do ciclo de alta do juro básico da economia, o chamado “spread bancário” – que é a diferença entre o que os bancos pagam pelos recursos e quanto cobram de seus clientes – também recuou, passando de 31,7 pontos em julho para 31,5 pontos em agosto.

O spread é composto pelo lucro dos bancos, pela taxa de inadimplência, por custos administrativos, pelos depósitos compulsórios (que são mantidos no Banco Central) e pelos tributos cobrados pelo governo federal, entre outros. Apesar da queda em agosto, o spread dos bancos registrou forte alta no ano.

Segundo números do BC, a taxa de inadimplência das pessoas físicas, nos empréstimos bancários com recursos livres (sem contar crédito rural e habitacional), que mede atrasos nos pagamentos acima de 90 dias, registrou estabilidade em 6,6% em agosto deste ano – mesmo patamar de julho. É o maior patamar desde maio deste ano (6,7%), ou seja, em três meses.

Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas, ainda no segmento com recursos livres, subiu em agosto deste ano, quando atingiu 3,6%. Em julho, estava em 3,5%. Este é o maior patamar desde maio do ano passado, quando estava em 3,7%.

Considerando a taxa total de inadimplência, que engloba operações com as pessoas físicas e empresas, ainda nas operações com recursos livres, houve estabilidade em 5% em agosto. Nesse caso, não são considerados créditos habitacional e rural e as operações do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

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Operação busca normalizar Tietê-Paraná

Começou hoje, sexta-feira, dia 26/09, uma operação para normalizar o nível de navegação da Hidrovia Tietê-Paraná. O projeto, aprovado pela ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), ANA (Agência Nacional de Águas) e Cesp (Companhia Energética do Estado de São Paulo), prevê a redução da vazão de água de três usinas hidrelétricas para conseguir elevar o nível dos reservatórios ao longo do Rio Paraná e retomar a navegação pela hidrovia até janeiro de 2015.

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A redução vai abranger as usinas de Jupiá (Castilho-SP), Ilha Solteira e Porto Primavera, onde será realizada a primeira etapa, em caráter de teste, daação. A atuação terá duração de três dias, ou seja, até domingo, 28, e tem como principal objetivo analisar o comportamento da população de peixes com a alteração do nível da água. Caso não haja nenhum indicio de que os animais sejam atingidos, os testes prosseguirão nas outras duas usinas, também com duração de três dias e observação minuciosa da conduta dos peixes. O método será aplicado sempre aos finais de semana , quando o consumo de energia é menor, para não causar risco à geração de eletricidade.

A navegação na hidrovia Tietê-Paraná está paralisada desde o final de maio de 2014, mas a movimentação da hidrovia está restrita desde fevereiro, por conta da estiagem que atinge São Paulo. O calado mínimo exigido para a navegação é de 2,20 metros, abaixo disso a operação dos comboios fica prejudicado. Em 29 de maio, o calado chegou a 1 metro. A hidrovia Tietê-Paraná possui 2,4 mil km de extensão, sendo 1,6 mil km no Rio Paraná e 800 km no Estado de São Paulo e conecta cinco dos maiores estados produtores de grãos: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná.

A Tietê-Paraná ocupa um papel importante no transporte de cargas no Estado. Em 2013, transportou 6,3 milhões de toneladas de cargas como milho, soja, óleo, madeira, carvão e adubo. As cargas têm como principais origens São Simão (GO), no rio Paranaíba, Três Lagoas (MS) e terminais do Paraguai, no rio Paraná. Os produtos têm como principais destinos os terminais de Presidente Epitácio e Panorama (no rio Paraná) e Anhembi, Pederneiras e Santa Maria da Serra, nos rios Tietê e Piracicaba (em São Paulo).

Fonte: Folha da Região.

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Manifestação interdita divisa de SP e MS

Dezenas de pescadores interditaram, durante quatro horas, na última sexta-feira dia 12/09, a Ponte Rodoferroviária, que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul. O motivo do protesto é a geração de energia na usina de Ilha Solteira (SP), que não foi interrompida e, por isso, o nível do rio Paraná está cada vez mais baixo.

Os dois lados da pista ficaram interditados. Os piscicultores querem que o Operador Nacional do Sistema Elétrico pare de gerar energia na usina até que o nível do rio volte a subir. Em alguns pontos, a profundidade não passa de 2 metros, bem abaixo do recomendado para a criação de peixes.

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Em agosto, eles conseguiram uma liminar da Justiça Federal que mandava para imediatamente a geração de energia, mas a Cesp não cumpriu a determinação, que depois acabou suspensa pela própria Justiça Federal. A manifestação é pacífica. Policiais militares, ambientais, rodoviários e bombeiros fazem a segurança no local.

O protesto não atingiu a ferrovia e o movimento de trens é normal. Uma fila de carros se formou e apenas as ambulâncias eram liberadas para seguir viagem. Depois de quatro horas, a passagem de veículos foi normalizada. Eles prometem mais manifestações enquanto não tiverem uma resposta satisfatória.

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Em Araçatuba, livros são encontrados no lixo

Enquanto todos estamos cansados de saber a importância da educação, e das dificuldades do ensino em São Paulo e também do preço de se adquirir materiais de estudo, centenas de livros de exercícios para estudantes do ensino médio foram encontrados na segunda-feira (08/09) jogados na zona rural de Araçatuba. Haviam quase 200 cadernos de filosofia, inglês e de língua portuguesa, livros novos e de 2014.

O material usado como apoio no ensino médio foi abandonado num conjunto de chácaras na região Norte da cidade, bem longe de qualquer escola.

A apostila é chamada pelo Estado de “Caderno do Aluno” e vem com espaço para respostas e anotações. O material serve como complemento em sala de aula e faz parte de um programa lançado em 2007, que implantou um único currículo para as mais de cinco mil escolas da rede pública estadual.

A Secretaria Estadual de Educação informou que vai enviar supervisores para identificar a origem do material e tomar as “medidas cabíveis”, mas não disse que medidas serão essas.

Pela quantidade e nível do material, ele foi descartado justamente por alguém que deveria preservar por ele e distribuí-lo aos alunos ou ao menos para bibliotecas.

Material, do Estado, é novo e deste ano (Foto: Reprodução / TV TEM)

 

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