Birigui tem o maior número de vereadores da região e sequer tem sede

Birigui se tornará o maior legislativo da região a partir de 2013, mas os parlamentares eleitos no último dia 7 correm o risco de ficar sem salas na sede administrativa da Câmara, que funciona em imóvel alugado no bairro Izabel Marin. O local precisa de ampliação para comportar os 17 vereadores eleitos neste ano, fruto do acréscimo de seis vagas para a próxima legislatura aprovado no ano passado. E quem deverá pagar este ônus, obviamente são os cofres públicos.

Resolver o problema da falta de sede própria para a Câmara, no entanto, é um dilema que vem bem antes do inchaço de vagas. O imbróglio já vai para sete anos. Até 2005, a Câmara funcionava em um imóvel no Centro, que foi desocupado para reforma. A obra chegou a ser iniciada, mas, em 2007, foi embargada pela Justiça por suspeita de irregularidade. Na última sessão do ano passado, os vereadores aprovaram projeto que autoriza a devolução do imóvel à Prefeitura.

O prefeito Wilson Borini (sem partido) doou um terreno para construção de uma sede para a Câmara. A área, de cerca de 1,5 mil metros quadrados, fica no Alto do Silvares, onde também será construído o novo centro administrativo do município. Mas até o momento, não há previsão para o início das obras.

Após a aprovação do projeto que ampliou o número de cadeiras na Câmara de Birigui, em junho de 2011, o presidente da Casa, vereador Elias Antônio Neto (PMDB), chegou a dizer em uma  entrevista  que, ainda naquele mês, teria uma definição sobre um prédio próprio para o Legislativo. Na ocasião, ele afirmou que, até o final da gestão dele no Legislativo, a Câmara de Birigui teria uma sede própria, o que ainda não aconteceu. Mais de um ano depois, como bem sabemos, isto não aconteceu.

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